SBT exibe remake da novela A Usurpadora nas madrugadas
De novo A Usurpadora, sim!
Remake de uma das novelas mais queridas do público estreou nas madrugadas do canal
Se você gosta de dormir tarde e não abre mão de uma boa trama mexicana, sua vida será outra a partir de agora. O SBT começou a exibir, desde o dia 17, o remake da novela mexicana A Usurpadora, que foi ao ar originalmente em 2019. A trama será exibida à 1h30 da madrugada, de segunda a quinta-feira, e às 1h15 nas sextas-feiras.
O remake
A nova versão revisita a história do clássico mexicano que marcou a televisão latino-americana em 1998. Desta vez, traz a atriz mexicana Sandra Echeverría interpretando as irmãs gêmeas Paola e Paulina. Na versão original, Gabriela Spanic viveu a personagem principal e ganhou projeção mundial com a novela.
A história
A trama acompanha Paola Miranda, uma mulher que, apesar das grandes conquistas — como o ambicioso objetivo de se tornar primeira-dama do país — não consegue ser feliz como sonhava. Seu casamento com o presidente Carlos Bernal (Andrés Palacios) está arruinado, reduzido a uma convivência fria e distante. Além do afastamento do marido, Paola despreza Emilio (Germán Bracco), seu enteado, e sofre com a evidente incapacidade de se aproximar da própria filha, Lisette (Macarena Oz).
A relação familiar fica ainda mais conturbada quando Paola descobre que Arcádia Rivas de Miranda (Ana Bertha Espín) não é sua mãe biológica, mas a mulher que a adotou. Seu objetivo passa a ser descobrir suas origens. Para isso, contrata um detetive particular, e a investigação revela um segredo surpreendente. Sua mãe biológica, Olga Doria (Victoria Hernández), escolheu Paulina Doria, a irmã gêmea de Paola, enquanto entregou Paola à adoção.
Da angústia ao ódio
Ao perceber que a mãe a rejeitou e que vive uma vida pública sufocante, além de um casamento cheio de brigas, Paola decide mudar tudo. Ela coloca em prática um plano arriscado: iniciar uma nova vida ao lado de seu amante, Gonzalo (Juan Martín Jáuregui), deixando Paulina em seu lugar. A proposta é que Paulina fique como primeira-dama por duas semanas e, em troca, receba uma grande quantia em dinheiro. A proposta seria perfeita para a mulher que enfrenta uma grave crise financeira em sua fundação filantrópica.
Manuel (Juan Carlos Barreto), chefe de serviço da residência oficial e cúmplice do plano, ajudou Paola a realizar a troca. Mas o que Paulina não sabe é que as intenções de Paola são muito mais sombrias: durante as celebrações do Dia da Independência, ela contrata um assassino para eliminar a "falsa Paola" e, assim, garantir que nunca mais volte a viver uma vida que não suporta. Ao mesmo tempo, Paola vingou-se da irmã, a quem responsabiliza por ter sido abandonada pela mãe.
A reviravolta
Mas o plano não sai como esperado: Paulina sobrevive ao atentado e é forçada a continuar no papel de primeira-dama. Sua personalidade generosa e empática, bem diferente da frieza de Paola, faz com que todos à sua volta a vejam como uma mulher incrível. Paulina passa a se dedicar a projetos sociais voltados à infância e consegue restaurar laços familiares que estavam fragilizados. O jeito de ser de Paulina faz com que Carlos se reaproxime da "esposa". Para ele, o atentado mudou Paola, e agora ela é uma mulher melhor. Apesar de tentar manter a situação, Paulina se apaixona por Carlos e dá início a um romance intenso e proibido.
A volta de Paola
Ao ver que seu plano fracassou e que a irmã passou a ocupar seu lugar de prestígio e afeto, Paola é consumida pelo ódio. Ela decide voltar e recuperar sua posição e, para isso, está disposta a matar Paulina. No entanto, Facundo Nava (Arap Bethke), agente de inteligência e amigo pessoal do presidente, percebe que há algo errado no comportamento da primeira-dama e inicia uma investigação, disposto a descobrir toda a verdade.
Paola e Paulina se veem envolvidas em um intenso confronto marcado por amor, traição e intrigas políticas, no qual a impressionante semelhança física entre as duas irmãs é o único ponto em comum que as leva a um destino implacável.