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Remédios ficam mais caros no Brasil, com reajuste de até 4,5%

Nas farmácias, os remédios podem ficar até 4,5% mais caros no Brasil, a partir desta segunda-feira (1); o teto reajuste vale para todos tipos de medicações

1 abr 2024 - 13h03
(atualizado às 17h03)
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A partir desta segunda-feira (1), o preço dos remédios podem subir em até 4,5% no Brasil, após decisão da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). A possível alta nos medicamentos foi anunciada pelo governo federal no Diário Oficial da União (DOU), na última semana.

Foto: Xb100/Freepik / Canaltech

Os 4,5% equivalem ao teto limite de reajuste para os medicamentos para este ano em todo o país. Há um prazo de 15 dias para que as farmacêuticas e empresas do setor aumentem os preços dos remédios. Então, a alta deve ser sentida no bolso dos pacientes até a metade do mês de abril.

Remédios têm aumento de 4,5%

Em nota para a Agência Brasil, o Ministério da Saúde informa que o percentual de aumento nos valores dos remédios é o menor desde 2020. "O percentual não é um aumento automático nos preços, mas uma definição de teto permitido de reajuste", acrescenta a pasta.

Remédios podem ficar 4,5% mais caros no Brasil, a partir desta semana (Imagem: Imagesourcecurated/Envato)
Remédios podem ficar 4,5% mais caros no Brasil, a partir desta semana (Imagem: Imagesourcecurated/Envato)
Foto: Canaltech

"Para chegar ao índice, a Cmed observa fatores como a inflação dos últimos 12 meses (Ipca), a produtividade das indústrias de medicamentos, custos não captados pela inflação, como o câmbio e tarifa de energia elétrica e a concorrência de mercado, conforme determina o cálculo definido desde 2005", pontua a Saúde. 

Com o limite de reajustes, a ideia é controlar os preços dos remédios no país, impedindo aumentos abusivos de um ano para o outro. Inclusive, o índice coincidiu com a variação do Ipca dos últimos 12 meses, que teve alta de 4,5%.

Alternativa para remédio barato

O aumento do preço dos remédios ocorre em relação aos disponíveis nas farmácias privadas, mas algumas medicações ainda podem ser obtidas de forma gratuita ou com desconto, através do programa Farmácia Popular. São aproximadamente 40 medicamentos incluídos no programa, o que contempla remédios para diabetes, asma, hipertensão e osteoporose.

Além disso, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e farmácias municipais também disponibilizam alguns remédios gratuitamente, dentro de alguns requisitos. Vale sempre checar os critérios em busca de um desconto.

Fonte: Agência Brasil  

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