Script = https://s1.trrsf.com/update-1789154714/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Os cortes de cabelo dos anos 90 estão de volta com uma proposta moderna e conquistam quem busca praticidade

Cortes dos anos 90, como bob, pixie e camadas, voltam aos salões e podem ser adaptados à textura do cabelo, à rotina e à manutenção diária.

26 set 2026 - 19h24
(atualizado às 19h29)
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Os cortes de cabelo dos anos 1990, como o bob, o pixie e as camadas, voltaram com foco na praticidade, mas exigem adaptações à rotina e à textura natural dos fios de cada pessoa. Mais do que copiar fotos de época, o segredo para o sucesso do corte atual é dialogar com o cabeleireiro sobre fatores essenciais, como volume, intervalo de manutenção no salão e esforço diário de finalização, garantindo um visual moderno que funcione perfeitamente fora do salão e no dia a dia.

Uma fotografia dos anos 1990 volta à tela e alguém reconhece o cabelo: franja marcada, chanel na altura do queixo ou camadas com bastante movimento. Os cortes retornam às conversas de salão, mas a versão atual não precisa copiar fio por fio a imagem antiga. Textura natural, tempo disponível para arrumar e frequência de manutenção mudam a escolha. A reportagem da Revista Oeste destaca bob, pixie e camadas. O interessante é perceber como cada referência pode ser adaptada, sem confundir "prático" com um corte que funciona sozinho em qualquer cabelo.

Bob, pixie e camadas dependem da textura dos fios.
Bob, pixie e camadas dependem da textura dos fios.
Foto: Imagem gerada por inteligência artificial / Catraca Livre

O que caracteriza a volta dos anos 90?

O repertório reúne formas diferentes: o bob contorna a cabeça perto do maxilar ou do pescoço; o pixie é curto e costuma expor nuca e laterais; as camadas distribuem comprimentos e criam movimento. A palavra chanel frequentemente se sobrepõe a certos tipos de bob. Franjas, risca central e acabamento mais texturizado completam referências de uma década que nunca teve um estilo único.

O retorno aparece em imagens de celebridades, redes sociais e pedidos feitos a profissionais. A diversidade de cortes daquela década mostra por que "cabelo dos anos 90" é ponto de partida, não instrução técnica suficiente. Um mesmo comprimento pode produzir silhuetas distintas conforme densidade, ondulação e jeito de secar.

Tendências funcionam melhor quando combinam com a rotina real.
Tendências funcionam melhor quando combinam com a rotina real.
Foto: Imagem gerada por inteligência artificial / Catraca Livre

Como escolher entre bob, pixie e camadas?

Leve imagens do que gosta e também do que quer evitar. Em vez de pedir apenas "o corte da foto", descreva onde deseja que o cabelo termine, quanto volume tolera e se costuma usar secador. O profissional pode mostrar como a referência conversa com crescimento dos fios e formato da cabeça. Em cabelos cacheados, o encolhimento depois de seco é parte essencial da conversa sobre comprimento.

Cada opção traz uma troca concreta que vale observar:

  • Bob ou chanel: linha mais definida, com comprimento e acabamento variáveis.
  • Pixie: rosto e nuca em evidência, geralmente com retoques mais frequentes.
  • Camadas: distribuição de peso e movimento, com efeito dependente da textura.
  • Franja: enquadramento do rosto e maior atenção ao crescimento diante dos olhos.

Por que "fácil de cuidar" depende da rotina?

Um pixie pode secar depressa, mas perder o desenho conforme cresce; camadas longas podem demorar mais na lavagem e exigir pouca visita ao salão. Um bob alinhado numa foto pode demandar escova para reproduzir exatamente aquele acabamento. Portanto, praticidade significa o número de passos que a pessoa aceita fazer, não uma qualidade permanente do nome do corte.

O vídeo abaixo mostra uma combinação de curto e chanel executada por profissional. Serve para enxergar como linhas e comprimento são construídos, não para prometer o mesmo resultado em qualquer textura. Perguntar como o corte ficará sem secador e como será depois de seis semanas costuma ser mais útil do que decidir apenas pela fotografia feita logo após o salão.

Confira o vídeo compartilhado pelo canal do YouTube Cristina Bezerra Hair Stylist, que fala sobre a execução de um corte curto que combina referências do bob e do pixie:

Como adaptar a referência ao próprio cabelo?

O cabeleireiro pode ajustar a altura das camadas, distribuir peso e decidir o comprimento da franja observando o cabelo seco ou seu comportamento habitual. Cortes muito desfiados podem criar um efeito diferente em fios finos e densos. Já um acabamento reto nem sempre cai do mesmo jeito em cabelo liso e crespo. Uma boa adaptação preserva o detalhe que atraiu a pessoa sem ignorar o que seus fios fazem naturalmente.

Química, quebra e crescimento também contam. Quem passa por transição de textura pode preferir cortes que acomodem duas estruturas por um período. É possível guardar referências de frente, lado e costas para explicar o que de fato importa. Dizer "quero movimento, mas não quero perder comprimento na frente" fornece uma orientação mais clara que repetir um rótulo de tendência.

O que permanece depois que a moda passa?

Um corte vale a pena quando a pessoa consegue viver com ele nos dias sem produção de foto. A estética dos anos 1990 oferece possibilidades reconhecíveis, da linha reta ao volume em camadas, mas nenhuma é obrigatória. Escolher frequência de manutenção e acabamento desejado evita a frustração de descobrir depois que a suposta praticidade exigia um ritual diário.

A fotografia antiga pode abrir a conversa; o resultado precisa acompanhar o presente. Pergunte como ficará com o cabelo lavado em casa, qual será o intervalo razoável entre ajustes e o que muda conforme a umidade do ar. A tendência vira uma decisão concreta quando esses detalhes entram no espelho, não quando se reproduz um nome famoso.

Catraca Livre
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra