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Febre do Nilo Ocidental: entenda a origem do nome e quando o vírus foi descoberto

Doença tropical foi identificada na África e se espalhou pelo mundo por meio de aves migratórias e mosquitos

24 ago 2026 - 20h42
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Foto: Getty Images

O vírus da febre do Nilo Ocidental foi descoberto no ano de 1937, na região do Nilo Ocidental, no norte de Uganda. O nome da infecção faz referência direta ao local geográfico da África onde o patógeno foi isolado pela primeira vez.

Por que a doença se chama febre do Nilo Ocidental?

A febre do Nilo Ocidental recebeu essa denominação por causa da localização exata de sua primeira identificação, a região do Nilo Ocidental, em Uganda. O vírus possui origem tropical e foi batizado em homenagem à área geográfica africana onde pesquisadores registraram a infecção inicial.

Após ser identificado na África, o patógeno se espalhou para outros continentes. A disseminação global ocorreu principalmente por meio de aves migratórias infectadas, que atuam como amplificadoras do vírus e transportam o agente infeccioso para regiões da Europa e das Américas.

Quando a febre do Nilo Ocidental foi descoberta?

A descoberta oficial do vírus do Nilo Ocidental ocorreu em 1937, durante análises na África. O agente manteve circulação restrita a algumas regiões por décadas até expandir seu alcance geográfico no final do século 20.

O vírus do Nilo Ocidental foi registrado pela primeira vez nos Estados Unidos no ano de 1999, segundo informações publicadas pela Deutsche Welle (2026).

Como o vírus do Nilo Ocidental é transmitido?

A transmissão do vírus do Nilo Ocidental para seres humanos acontece por meio da picada de mosquitos infectados, principalmente do gênero Culex, conhecidos popularmente como pernilongos. Os insetos adquirem o vírus ao se alimentarem do sangue de aves portadoras.

A doença não é transmitida de pessoa para pessoa, embora exista uma possibilidade residual de contágio via transfusão de sangue. Na maioria das pessoas, a infecção causa apenas sintomas leves, mas pode provocar complicações graves e quadros neurológicos em indivíduos idosos ou imunossuprimidos.

Fonte: Portal Terra
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