Classificação do IMC pode estar errada, afirmam médicos
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A epidemia de obesidade que acomete o planeta pode ser muito pior do que se imagina. De acordo com reportagem do jornal britânico Daily Mail, um estudo da Cornell Medical School, em Nova York, mostrou que o Índice de Massa Corporal (IMC) subestima o número de pessoas que devem se tratar por conta de sobrepeso ou obesidade.
O documento mostrou que 39% dos americanos classificados com sobrepeso, com base nos dados do IMC, eram, na verdade, obesos. O quadro só foi descoberto depois que os pacientes passaram por testes mais detalhados, como exames de sangue e um raio-X especial que mede a porcentagem de gordura, músculos e densidade dos ossos no corpo.
A classificação do IMC colocou metade das mulheres do estudo e um em cada quatro homens na categoria errada. Enquanto apenas 26% dos pacientes foram classificados como obesos de acordo com os dados do índice, 65% deles caíram na obesidade uma vez que a saúde foi investigada de forma mais profunda.
Segundo os médicos, a principal causa disso é que o índice não diferencia músculos de gordura, ou seja, ele não afirma qual a porcentagem de gordura existente no organismo. Por isso, os estudiosos recomendam que outros exames sejam feitos além do IMC.
IMC pode dar resultados errados, afirma estudo americano
Proteínas: elas possuem boas doses de triptofano, que funciona ajuda na formação da serotonina. Além de carnes, ovos, leite e derivados, está presente no grão-de-bico, ervilha e feijões
Foto: Getty Images
Chocolate: o cacau possui carboidrato e triptofano, que estimulam a produção de serotonina no organismo. "Prefira os tipos meio amargo ou com 70% de teor de cacau, já que esse tipo tem também poder antioxidante", afirma Camila Mendes de Abreu, professora do curso de nutrição da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo
Foto: Getty Images
Aveia: além do triptofano, contém selênio, que colabora para a produção de energia no organismo
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Banana: a fruta possui carboidratos, que estimulam a produção de serotonina; e vitamina B6, essencial na hora da condução dos impulsos nervosos
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Milho: o grão é rico em carboidratos e também em vitamina B6
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Vegetais com folhas escuras: couve, brócolis, rúcula e outros vegetais com folhas escuras são ricos em ácido fólico, que também ajuda a liberar serotonina no organismo
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Oleaginosas: nozes, castanhas e amêndoas possuem magnésio, cobre e selênio, uma tríade que ajuda a diminuir o estresse e melhora a memória
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Laranja, maracujá e jabuticaba: as três frutas são ricas em vitamina C, que combate o cansaço e o estresse do organismo
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Ovos, fígado e soja: esses três alimentos possuem as substâncias chamadas colina e lecitina, que afetam de forma positiva o funcionamento do cérebro de pessoas com alterações de humor
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Peixes e frutos do mar: são ricos em nutrientes que melhoram a atividade cerebral e contribuem diretamente para o bom humor. O selênio e a vitamina B12, por exemplo, combatem a ansiedade e o cansaço; já o ômega-3 colabora na produção de neurotransmissores, combatendo a irritação
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Pimenta: a ardência desse alimento é causado pela capsaicina, princípio ativo da pimenta e que estimula o cérebro a produzir mais endorfina, responsável pela sensação de euforia
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Alface: o vegetal é rico em lactucina, que tem capacidade analgésica e sedativa, causando um efeito calmante no organismo