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Choco, lula e polvo: saiba como distinguir esses animais marinhos

Descubra a diferença entre choco, lula e polvo: compare características, textura e sabor para escolher o melhor fruto do mar

1 fev 2026 - 10h01
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Choco, lula e polvo fazem parte do grupo dos cefalópodes. Esses animais marinhos chamam atenção na pesca, na gastronomia e na biologia. Apesar disso, muitas pessoas ainda misturam as espécies no mercado e no prato. Entender as diferenças ajuda na escolha, no preparo e até na conservação dos recursos do mar.

Esses três animais compartilham algumas características gerais. Todos têm corpo mole, tentáculos e uma bolsa de tinta. No entanto, exibem formatos distintos, hábitos próprios e texturas bem diferentes. Assim, quem observa com atenção consegue identificar cada um sem dificuldade.

Choco, Lula e Polvo: saiba como distinguir esses animais marinhos

O choco, também chamado de sépia, apresenta corpo mais largo e achatado. Ele lembra uma folha oval com pequenas nadadeiras nas laterais. Além disso, possui uma concha interna rígida, conhecida como osso de choco. Pescadores costumam encontrar essa estrutura nas praias, depois que o animal se decompõe.

Já a lula tem corpo mais alongado e aerodinâmico. Essa forma permite movimentos rápidos na água. O manto é fino, e duas nadadeiras laterais se estendem em forma de flecha. O polvo, por sua vez, mostra corpo arredondado, sem nadadeiras visíveis. A cabeça se liga diretamente aos oito braços com ventosas bem marcadas.

Cephalopoda – depositphotos.com / AntonMatyukha
Cephalopoda – depositphotos.com / AntonMatyukha
Foto: Giro 10

Qual a diferença entre choco, lula e polvo na aparência e no comportamento?

Na aparência, a primeira diferença aparece nos tentáculos. O choco e a lula têm dez apêndices: oito braços e dois tentáculos mais longos, usados para capturar presas. O polvo apresenta apenas oito braços, todos do mesmo tipo. Assim, a contagem rápida dos tentáculos já indica o grupo correto.

O comportamento também varia bastante. A lula costuma nadar em cardumes e se desloca em alta velocidade. Ela ocupa águas mais abertas. O choco prefere áreas costeiras, com fundos arenosos ou lamacentos. Ele usa a camuflagem com frequência. Já o polvo leva vida mais solitária, em tocas entre rochas e recifes. Ele explora fendas e buracos em busca de abrigo.

Esses animais usam a mudança de cor como estratégia de defesa e caça. Polvos e chocos modulam padrões no corpo com grande precisão. Lulas também alteram a coloração, porém de forma mais uniforme. A tinta escura aparece como recurso comum. Ela serve para confundir predadores e facilitar a fuga.

Como cada espécie se destaca na culinária?

Na gastronomia, a principal diferença surge na textura e no tamanho. O choco apresenta carne firme e ligeiramente mais espessa. Restaurantes costumam utilizar o animal inteiro em grelhados e ensopados. Sua tinta possui tom mais escuro e sabor marcante. Chefs usam esse ingrediente em risotos, massas e molhos.

A lula garante preparo versátil. Ela entra em anéis empanados, recheios e cozidos rápidos. Por ter fibras mais delicadas, exige atenção no tempo de cocção. Preparos muito longos deixam a carne rígida. O polvo, ao contrário, costuma passar por cozimento mais prolongado. Isso ajuda a amaciar os músculos, especialmente em exemplares maiores.

  • Choco: corpo largo, presença de osso interno e carne espessa.
  • Lula: corpo alongado, tentáculos longos e textura mais suave.
  • Polvo: oito braços iguais, cabeça arredondada e carne que pede cozimento lento.
polvo dumbo – Reprodução
polvo dumbo – Reprodução
Foto: Giro 10

Quais critérios ajudam a identificar e escolher esses animais?

Assim, na hora da compra, alguns sinais visuais fazem diferença. O consumidor pode observar o formato do corpo, a presença de nadadeiras e a disposição dos tentáculos. Além disso, deve avaliar o brilho da pele e o cheiro. Produtos frescos exibem odor suave de mar, sem notas fortes ou desagradáveis.

  1. Observar o formato geral do corpo.
  2. Contar braços e tentáculos com atenção.
  3. Verificar a cor e o brilho da pele.
  4. Analisar o odor, que deve lembrar o mar.
  5. Checar a procedência e a data de captura.

Aliás, a pesca de chocos, lulas e polvos passa por regulamentações em vários países. Órgãos ambientais definem tamanhos mínimos e períodos de defeso. Inclusive, essas medidas buscam evitar a retirada de indivíduos jovens e proteger épocas de reprodução. Assim, o consumo consciente contribui para a manutenção dos estoques naturais.

Portanto, ao compreender as diferenças entre choco, lula e polvo, o público amplia o repertório sobre a vida marinha. Além disso, consegue fazer escolhas mais adequadas na cozinha e no mercado. O conhecimento técnico também favorece debates sobre manejo, conservação e qualidade dos produtos do mar em 2025.

Giro 10
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