Os cientistas afirmam que conhecem mais sobre o espaço sideral do que sobre as regiões mais profundas dos oceanos. Estima-se que cerca de 90% das criaturas abissais ainda não tenham sido identificadas pela Ciência. Essas áreas extremas apresentam ausência de luz solar, altas pressões e temperaturas baixas, o que dificulta a exploração humana. Mesmo assim, diversas espécies já catalogadas revelam formatos incomuns e habilidades surpreendentes, como bioluminescência, corpos translúcidos e estruturas adaptadas para suportar condições extremas. Cada descoberta amplia o entendimento sobre a biodiversidade marinha e mostra como a vida pode se desenvolver em ambientes considerados hostis. A pesquisa nesses locais depende de tecnologias avançadas, como veículos submersíveis e sensores especiais. O oceano profundo permanece como uma das últimas fronteiras naturais do planeta, guardando segredos que ainda desafiam a imaginação e o conhecimento científico.
Foto: Reprodução de vídeo TV NE2 / Flipar