Pele de Mochi: como conquistar a tendência japonesa de pele macia e hidratada
Inspirada na beleza japonesa, a estética aposta em hidratação, textura suave, fortalecimento da barreira cutânea e menos excesso de brilho
Inspirada no doce japonês, a tendência "Pele de Mochi" busca uma textura macia, elástica e acetinada, diferindo do brilho intenso da pele de vidro. Ideal para peles sensíveis, a proposta foca em cuidados gentis e hidratação profunda em vez de esfoliações agressivas. O uso consistente de ativos como ácido hialurônico, glicerina e peptídeos ajuda a manter o aspecto uniforme e saudável, priorizando sempre a tolerância individual e o conforto da pele em detrimento do excesso de produtos.
A busca por uma pele macia, hidratada e com aparência natural ganhou um novo nome no universo do skincare: Pele de Mochi. Inspirada em uma estética japonesa, a tendência prioriza textura suave e elasticidade, sem depender do brilho intenso associado à chamada pele de vidro.
O nome faz referência ao tradicional doce japonês mochi, conhecido pela textura macia e flexível. Na beleza, então, a comparação aparece justamente na ideia de uma pele com aspecto saudável, uniforme e confortável.
Pele de Mochi é diferente da pele de vidro?
Embora as duas propostas valorizem uma pele bem cuidada, o acabamento muda. A esteticista Michelle Ventresca explicou à 'ELLE' que a pele de vidro busca maior luminosidade, enquanto a versão inspirada no mochi tem um resultado mais acetinado.
"Pense na pele de vidro como tendo um acabamento brilhante e viçoso, enquanto a pele mochi tem uma aparência mais suave", apontou.
A proposta também pode interessar a quem não tolera rotinas intensas de esfoliação. Isso porque, em vez de perseguir uma superfície extremamente reluzente com diferentes etapas de skincare, o objetivo é preservar o conforto e a hidratação da pele.
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Como deixar a pele macia?
Uma rotina consistente é o principal ponto de partida. Portanto, os cuidados devem favorecer a hidratação, o conforto e a melhora gradual da textura da pele sem recorrer a métodos excessivos.
Entre os ingredientes citados pelas especialistas estão ácido hialurônico e glicerina, que ajudam a manter a hidratação. Além disso, peptídeos podem complementar a rotina, enquanto retinoides e AHAs exigem mais atenção à tolerância individual.
A esteticista Jess Bowers citou ainda o ácido mandélico como uma opção para esfoliação. Já procedimentos como microagulhamento entram no campo dos tratamentos profissionais e devem considerar as características de cada pele.
E quem tem pele sensível?
A abordagem pode ser interessante para peles sensíveis ou reativas justamente por priorizar cuidados mais gentis. "Para quem tem pele sensível, alcançar esse visual não se resume a usar mais produtos, mas sim a escolher os produtos certos e a ter cuidado com a esfoliação", orientou Ventresca.
Por isso, mais do que reproduzir uma tendência, o ideal é respeitar as necessidades da própria pele. Produtos e procedimentos devem ser incorporados aos poucos e, diante de sensibilidade ou irritação, vale buscar orientação profissional.
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