Gordura no fígado pode vir da família? O que a genética revela e quando se preocupar
Saiba como os genes influenciam e por que isso também pode estar acontecendo com você.
Se alguém na sua família tem gordura no fígado, talvez você já tenha ouvido que "isso é de família" e essa afirmação tem mais fundamento do que parece. A esteatose hepática, nome técnico para o acúmulo de gordura no fígado, de fato tem um componente genético relevante. Mas antes de jogar tudo na conta dos genes, vale entender o que realmente está em jogo.
O fígado é um órgão extraordinário. Processa tudo o que comemos, produz bile, metaboliza medicamentos, regula o açúcar no sangue e realiza centenas de funções essenciais por dia. Quando começa a acumular gordura em excesso, geralmente acima de 5% do seu peso total, ele entra numa situação chamada esteatose hepática não alcoólica (ou DHGNA, doença hepática gordurosa não alcoólica). E sim, a genética interfere nesse processo mas não significa que você vai, necessariamente, desenvolver gordura no fígado. Ela carrega uma predisposição, não uma sentença.
Os fatores ambientais e de estilo de vida ainda são os maiores determinantes do desfecho. Alimentação rica em ultraprocessados, excesso de açúcar (especialmente frutose), sedentarismo, sobrepeso, resistência à insulina e consumo de álcool são os combustíveis que ativam essa inclinação.
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O gene que mais importa aqui
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