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Flávia Alessandra refletiu sobre o amor e o luto ao falar de cachorros

Em vídeo, atriz destacou a intensidade do vínculo com os animais e afirmou que, mesmo diante da dor da despedida, o amor fazia a experiência valer a pena

27 ago 2026 - 11h28
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Resumo
A atriz Flávia Alessandra compartilhou uma reflexão sobre o impacto dos cachorros na vida dos tutores. Ela destacou que, embora ter um animal altere a rotina e traga a dor inevitável do luto devido à sua menor expectativa de vida, essa escolha corajosa vale a pena. Para Flávia, viver uma rotina movimentada e repleta de afeto supera a dor da perda e a tranquilidade previsível de uma vida sem pets.

Flávia Alessandra compartilhou uma reflexão sobre a relação entre pessoas e cachorros e falou sobre o impacto que os animais podiam ter na vida de seus tutores. No vídeo, ela apresentou a escolha de ter ou não um cachorro como uma decisão capaz de transformar completamente a rotina. Segundo a atriz, quem optava por não ter um animal podia manter uma vida mais organizada e previsível. Os pisos permaneciam limpos, os sapatos ficavam no lugar e a rotina seguia sem a preocupação de deixar um cachorro sozinho quando surgia um compromisso ou uma viagem.

Flávia Alessandra refletiu sobre a relação entre tutores e cachorros e falou sobre o amor e o luto envolvidos nesse vínculo
Flávia Alessandra refletiu sobre a relação entre tutores e cachorros e falou sobre o amor e o luto envolvidos nesse vínculo
Foto: Reprodução Instagram/ @flaviaalessandra / Bons Fluidos

Ter um cachorro mudava a rotina

Por outro lado, Flávia afirmou que escolher ter um cachorro significava aceitar uma série de mudanças. Lama no chão, pelos nas roupas e uma nova criatura ocupando espaço na rotina faziam parte da experiência. Além disso, ela destacou que os animais também modificavam as prioridades de seus tutores. Além disso, a partir da chegada de um cachorro, a vida deixava de seguir exatamente o planejamento anterior e passava a incluir cuidados, responsabilidades e momentos compartilhados.

O amor também envolvia a despedida

No entanto, a reflexão da atriz foi além das mudanças na rotina. Flávia destacou que ter um cachorro também significava saber, desde o início, que o animal teria uma vida mais curta. Além disso, essa consciência fazia parte do que ela considerava uma escolha corajosa. Mesmo sabendo que, em algum momento, precisaria se despedir de um animal que havia construído uma relação de amor e companheirismo, a pessoa ainda escolhia viver aquela experiência.

Ao longo dos anos, os tutores construíam uma vida ao lado dos cachorros. Quando eles partiam, o luto deixava um vazio profundo e exigia uma nova adaptação à rotina sem aquela presença.

O amor fazia a experiência valer a pena

Flávia também mencionou que, depois da perda, a chegada de um novo filhote podia trazer alegria e ajudar a amenizar parte da dor. Ainda assim, a possibilidade de enfrentar novamente uma despedida continuava existindo. Para a atriz, porém, essa possibilidade não diminuía o significado do vínculo. Além disso, ela defendeu que a dor da perda representava um pequeno preço diante da oportunidade de experimentar uma forma intensa e genuína de amor. No fim da reflexão, Flávia apresentou duas possibilidades: uma vida mais segura e tranquila, com menos riscos de sofrimento, ou uma vida mais movimentada e cheia de amor, mesmo sabendo que aquele vínculo poderia causar uma grande dor no futuro. Para quem já havia vivido a experiência de ter um cachorro, segundo ela, a resposta para essa escolha parecia evidente.

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