Script = https://s1.trrsf.com/update-1789154714/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Oferecimento Logo do patrocinador
Publicidade

Fernanda Torres abre o coração sobre amizade com Debora Bloch: 'Nós todas queríamos ser Debora'

Amigas desde a juventude, atrizes construíram trajetórias paralelas na dramaturgia e mantêm uma relação próxima mesmo com a rotina intensa

18 set 2026 - 11h12
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
No Globo Repórter, Fernanda Torres relembrou sua amizade de décadas com Debora Bloch, iniciada na juventude por influência dos pais, ambos atores. Fernanda exaltou a admiração precoce pelo talento da colega e destacou a trajetória versátil que compartilham no teatro, no cinema e na TV. Mesmo com agendas cheias, as atrizes mantêm forte cumplicidade ao longo dos anos, compensando a rotina com frequentes e longas conversas por telefone.

Algumas amizades atravessam fases da vida, mudanças profissionais e décadas sem perder a intimidade. É o caso da relação entre Fernanda Torres e Debora Bloch. As duas se conhecem desde muito jovens e, além de construírem carreiras importantes na dramaturgia brasileira, mantiveram um vínculo próximo ao longo dos anos.

Fernanda Torres relembra o início da amizade com Debora Bloch, fala sobre a admiração pela atriz e revela como as duas mantêm o vínculo
Fernanda Torres relembra o início da amizade com Debora Bloch, fala sobre a admiração pela atriz e revela como as duas mantêm o vínculo
Foto: Reprodução: Corbis/Corbis via Getty Images/Instagram / Bons Fluidos

Essa história será relembrada por Fernanda no Globo Repórter Personalidades, em episódio dedicado à trajetória de Debora. Durante o programa, apresentado por Sandra Annenberg, a atriz volta ao início da relação entre elas e revela que a admiração pela amiga começou muito antes de ambas se consolidarem na televisão, no cinema e no teatro.

Uma amizade que começou ainda na juventude

O encontro entre Fernanda e Debora tem raízes familiares. Seus pais, os atores Fernando Torres e Jonas Bloch, trabalhavam no teatro, o que fez com que as duas se conhecessem ainda novas. Mais tarde, a convivência também passou pelo ambiente escolar.

Mesmo naquela época, Fernanda conta que Debora já despertava a atenção de quem estava ao seu redor. Talentosa, envolvida com diferentes expressões artísticas e dona de um estilo que parecia estar à frente de seu tempo, ela se tornou uma espécie de referência para as jovens de sua geração. "Nós todas queríamos ser Débora", brinca Fernanda.

Segundo ela, a amiga transitava por diferentes áreas desde cedo e já demonstrava a versatilidade que marcaria sua trajetória profissional. "Ela era moderna, fazia balé com a Deborah Colker, fazia teatro. Logo foi fazer 'Noites do Sertão', um filme maravilhoso. Ela estava largando muito na frente", relembra.

O longa citado pela atriz foi lançado em 1983, sob direção de Carlos Alberto Prates Correia, e faz parte dos primeiros trabalhos de Debora no cinema. Fernanda também recorda, com bom humor, como a beleza da amiga chamava atenção naquele período. "Linda. Gata. Olha, ela era difícil de aguentar", diz, entre risadas.

Caminhos que continuaram se cruzando

Com o passar dos anos, aquela convivência da juventude ganhou novos capítulos. Fernanda e Debora construíram trajetórias próprias, mas continuaram se encontrando profissionalmente em diferentes momentos.

Para Fernanda, há uma característica em comum na formação artística das duas: a possibilidade de experimentar diferentes linguagens da atuação sem se limitar a apenas uma delas. "A gente é cria de palco, cria de televisão e cria de cinema. A gente fez as três coisas quase igualmente", afirma.

Essa experiência ajuda a explicar a versatilidade presente nas carreiras das atrizes, que cresceram profissionalmente circulando entre os palcos, as telas de cinema e as produções televisivas.

Conversas que atravessam horas

Mas a proximidade entre Fernanda e Debora não ficou restrita ao trabalho. Mesmo depois de tantos anos e com rotinas profissionais intensas, as duas continuam compartilhando acontecimentos, impressões e experiências da vida. "A gente troca muita figurinha", conta Debora.

Os encontros presenciais podem não acontecer com tanta frequência quanto elas gostariam, mas existe uma maneira de compensar a distância: as longas conversas por telefone. "A gente se vê pouco, porque trabalha muito, mas fala muito ao telefone. Duram horas as conversas", completa.

Entre lembranças da juventude, carreiras que cresceram lado a lado e telefonemas demorados, Fernanda Torres e Debora Bloch mostram como algumas amizades conseguem acompanhar as transformações da vida - e permanecer próximas mesmo quando a rotina não permite tantos encontros.

Bons Fluidos
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra