Fernanda Keulla rebate críticas à aparência em meio a tratamento de doença autoimune
Campeã do BBB 13, a apresentadora Fernanda Keulla revelou o diagnóstico de síndrome de Sjögren em julho do ano passado
Fernanda Keulla, a vencedora do BBB 13, usou as redes sociais neste domingo (25) para se manifestar sobre as críticas que costuma receber por causa de sua aparência.
A apresentadora, que está com 39 anos, foi diagnosticada com a síndrome de Sjögren, uma doença autoimune crônica, conhecida por afetar as glândulas responsáveis pela produção de lágrimas e saliva, e contou que continua no processo para acertar a medicação, e isso faz com que seu rosto fique inchado.
"Gente, boa noite! Antes de irem aos meus posts reclamar da minha aparência, só gostaria de avisar que descobri uma doença autoimune e estou acertando minha medicação, isso faz meu rosto ficar inchado. Um beijo no coração", escreveu a ex-sister no X, antigo Twitter.
Fernanda revelou em julho do ano passado o diagnóstico de síndrome de Sjögren. Ela contou que a descoberta veio após começar a sentir um cansaço extremo e ter muitas dores no corpo, principalmente nas articulações. "O meu organismo ataca o meu próprio organismo. Ela é crônica, não tem cura, mas ela é tratável. Os principais sintomas são secura ocular e das glândulas salivares, que eram sintomas secundários, por isso demorei tanto para poder ter o diagnóstico", contou na ocasião.
Gente, boa noite! Antes de irem nos meus posts reclamar da minha aparência, só gostaria de avisar que eu descobri uma doença autoimune e estou acertando minha medicação, isso faz meu rosto ficar inchado. Um beijo no ❤️.
— FernandaKeulla 👑 (@FernandaKeulla) January 26, 2026
Fernanda Keula fala sobre doença autoimine
Na última quinta-feira, 22, durante o BBB Experience, Fernanda Keulla abriu o jogo sobre o diagnóstico da síndrome de Sjögren. "Falar sobre [o diagnóstico], para mim, é maravilhoso, porque posso conscientizar outras pessoas a buscarem tratamento, sempre em prol da saúde", disse ela ao Gshow.
A apresentadora contou que precisou adaptar o estilo de vida após a descoberta da doença. "Faço uma dieta anti-inflamatória. Eu quis mudar meus hábitos como um todo, então mudei a minha alimentação, a minha rotina, faço exercício físico e acompanhamento com outras especialidades, como nutrólogos e dermatologistas", explicou.
"Mas foi libertador para mim, porque é muito melhor saber o que eu tenho, conseguir tratar e ter mais qualidade de vida do que ficar naquela incógnita sem o diagnóstico correto", garantiu.