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Dia Mundial da Sepse: entenda os sinais de alerta e por que o diagnóstico rápido importa

Data de conscientização chama atenção para uma condição grave que pode surgir após diferentes infecções e exige atendimento médico rápido

12 set 2026 - 22h27
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Resumo
O Dia Mundial da Sepse, em 13 de setembro, alerta para essa resposta desregulada a infecções que pode causar falência de órgãos e mata cerca de 11 milhões de pessoas ao ano no mundo. Originada por infecções como pneumonia e urinária, ela atinge principalmente idosos, crianças e doentes crônicos. Sintomas como febre, confusão mental e fraqueza exigem socorro médico rápido. O tratamento envolve antibióticos e suporte intensivo, enquanto a prevenção foca na vacinação e na higiene correta das mãos.

O dia 13 de setembro marca o Dia Mundial da Sepse, criado para ampliar a conscientização sobre uma condição grave que pode comprometer o funcionamento dos órgãos. No Brasil, o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS) promove ações de informação sobre o problema e orienta a população a reconhecer os sinais de alerta. Segundo o ILAS, a sepse ocorre quando o organismo apresenta uma resposta inadequada diante de uma infecção. Como consequência, essa reação pode provocar alterações no funcionamento dos órgãos e evoluir rapidamente.

O Dia Mundial da Sepse é celebrado em 13 de setembro e busca ampliar a conscientização sobre a condição
O Dia Mundial da Sepse é celebrado em 13 de setembro e busca ampliar a conscientização sobre a condição
Foto: Canva / Bons Fluidos

Qualquer infecção pode levar à sepse?

De acordo com o Instituto, diferentes tipos de infecção podem desencadear a condição, incluindo infecções bacterianas, virais, fúngicas e parasitárias. Entre os quadros mais associados estão pneumonia, infecção urinária e infecções abdominais. Por isso, mesmo uma infecção inicialmente localizada exige atenção quando apresenta sinais de piora, principalmente em pessoas que fazem parte dos grupos de maior risco.

Quais são os sinais de alerta?

A sepse não apresenta um único sintoma. Segundo o Ministério da Saúde, febre, respiração acelerada, coração disparado, fraqueza intensa e tontura podem aparecer durante o quadro. Além disso, confusão mental, sonolência excessiva, falta de ar, pressão baixa e redução da quantidade de urina também exigem atenção. Assim, quando esses sinais aparecem junto a uma infecção, a orientação é procurar atendimento médico imediatamente. O diagnóstico e o início do tratamento precisam acontecer o mais rápido possível.

Quem tem maior risco?

Embora qualquer pessoa possa desenvolver sepse, alguns grupos apresentam maior vulnerabilidade. O ILAS destaca prematuros, crianças menores de um ano, pessoas com mais de 65 anos e pacientes com doenças crônicas, como diabetes, insuficiência cardíaca e insuficiência renal. Além disso, pessoas com câncer ou outras condições que reduzem as defesas do organismo também podem apresentar risco maior.

Como funciona o tratamento?

O tratamento depende da gravidade do quadro e da infecção que provocou a sepse. Os médicos podem utilizar antibióticos e outras medidas de suporte, como oxigênio, soro e medicamentos para manter a pressão arterial. Em situações mais graves, o paciente também pode precisar de cuidados intensivos e suporte para órgãos afetados. Portanto, reconhecer o problema cedo pode favorecer o início rápido das medidas necessárias.

É possível prevenir?

Nem todos os casos podem ser evitados. Ainda assim, o ILAS destaca medidas que ajudam a reduzir o risco de infecções, como manter a vacinação em dia e higienizar corretamente as mãos. Além disso, evitar o uso inadequado de antibióticos também é importante. O medicamento deve ser utilizado apenas com orientação profissional, já que o uso incorreto contribui para a resistência bacteriana.

Por que a data é importante?

O Dia Mundial da Sepse busca justamente aumentar o conhecimento sobre uma condição que pode evoluir rapidamente. A síndrome atinge cerca de 50 milhões de pessoas por ano no mundo e está associada a aproximadamente 11 milhões de mortes anuais. Por isso, a principal mensagem da campanha é reforçar a importância de reconhecer os sinais de gravidade e procurar atendimento sem demora. Afinal, diante de uma infecção, perceber que algo não está bem pode fazer diferença no cuidado.

Bons Fluidos
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