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Associação das baianas critica criação do ‘acarajé do amor’

Bolinho está sendo vendido com a cobertura de doce, ao contrário dos acompanhamentos tradicionais como vatapá, camarão e caruru

4 ago 2025 - 13h39
(atualizado às 15h11)
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Resumo
A Associação de Baianas de Acarajé criticou a criação do “acarajé do amor”, que altera a receita tradicional com cobertura doce, reafirmando a preservação das tradições ancestrais.
Inspirado na maçã e no morango do amor, acarajé também é vendida com doce
Inspirado na maçã e no morango do amor, acarajé também é vendida com doce
Foto: Reprodução/X/@caffeepls

A Associação de Baianas de Acarajé (Abam) criticou as alterações feitas na receita do tradicional bolinho frito de feijão para deixá-lo mais parecido com o “morango do amor”, doce que tem feito sucesso no país.

Com as mudanças, o “acarajé do amor” está sendo vendido em alguns locais e cidades com a cobertura doce, ao contrário dos acompanhamentos tradicionais como vatapá, camarão e caruru.

A Abam divulgou nota em que reforça que o ofício das baianas é tradicional e que não aceita qualquer tipo de mudança nos ingredientes e no modo de preparo.

“Somos empreendedoras ancestrais e focadas na tradição deixada por nossos antepassados, sem surfar nas influências contemporâneas sem propósito“, diz a nota.

Existem inúmeras histórias que contam sobre a chegada da receita do acarajé no Brasil. A mais popular é que escravizados vindos de Benim teriam trazido o bolinho consigo.

Fonte: Redação Terra
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