Alex Atala foi uma das presenças mais esperadas no Mesamérica 2013, realizado no México
Foto: José Alejandro Villa / Terra
Recebido com muitos aplausos, ele fez um prato inspirado na luta livre, simulando uma "briga" entre a lagosta e o camarão
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O especialista preparou dois tacos de lagosta e camarão cobertos com molho de pimentões, huitlacoche e chip de porco, para dar uma textura crocante
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Apesar de deixar a plateia com água na boca, Atala afirmou que nunca conseguirá cozinhar comida mexicana como os mexicanos
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"Por isso, me dedico a fazer comida brasileira", brincou
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O chef, historiador e botânico está à frente de um dos mais importantes restaurantes do mundo, o D.O.M.
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O nome do restaurante significa Deo Optimo Máximo, ou Deus é Ótimo e Máximo
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No local, ele oferece aos seus clientes um menu inspirado na selva amazônica
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Atala é um defensor ferrenho deste ecossistema, um dos mais privilegiados do planeta
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Diante do público presente no evento, Alex se mostrou emocionado por estar no México
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"É incrível o que está acontecendo com América Latina", disse
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Ele contou que, para se inspirar, gosta de viajar para a Amazônia e provar coisas novas
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"Há algum tempo atrás eu tinha como desafio trabalhar com produtos brasileiros para capturar o sabor da Amazônia"
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Para ele, a cozinha é um "círculo virtuoso que começa com o produtor indígena e termina no cliente"
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Alex contou que uma vez foi ao México e se divertiu com uma luta livre, de onde tirou inspiração para o prato demonstrado no evento
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Alex Atala foi um dos destaques do Mesamérica 2013 e, diante da plateia, fez um prato bem-humorado que simulava uma luta livre entre o camarão e a lagosta. “Fui ao mercado de San Juan e comprei algumas coisas. Pensei em preparar aqui um prato com inspiração mexicana. Em uma das vezes que vim, fui a uma luta livre e me diverti muitíssimo, por isso peguei como referência”, explicou, enquanto mostrava um pacote de tortillas azuis.
Ao som de El Santo, El Cavernario, Blue Demon y El Bulldog… e com uma dupla de assistentes vestidos com máscaras de lutadores, ele preparou dois tacos de lagosta e camarão cobertos com molho de pimentões, huitlacoche e chip de porco, para dar uma textura crocante. Ainda que a criação parecesse bastante suculenta, Alex afirmou que nunca fará comida mexicana tão bem quanto os mexicanos, nem francesa como os franceses. “Por isso, me dedico a fazer comida brasileira”, afirmou.
Diante do público presente no evento, Atala se mostrou emocionado por estar no México. “É incrível o que está acontecendo com América Latina”, disse. Ele contou que, para se inspirar, gosta de viajar para a Amazônia e provar coisas novas. “Há algum tempo eu tinha como desafio trabalhar com produtos brasileiros para capturar o sabor da Amazônia”. Para ele, a cozinha é um “círculo virtuoso que começa com o produtor indígena e termina no cliente”.
Atala, que é chef, historiador e botânico, está à frente de um dos mais importantes restaurantes do mundo (o sexto, segundo a lista dos 50 melhores restaurantes da revista Restaurant), o D.O.M., que significa Deo Optimo Máximo, ou Deus é Ótimo e Máximo. No local, ele oferece aos seus clientes um menu inspirado na selva amazônica. Atala é um defensor ferrenho deste ecossistema, um dos mais privilegiados do planeta.
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