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Roedores estão em terceiro lugar na preferência das crianças

16 abr 2013 - 07h09
(atualizado às 07h09)
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O companheiro da criança não precisa, necessariamente, ser um gato ou um cachorro. Muitas delas, inclusive, preferem animais exóticos para ser o bichinho de estimação. É preciso, porém, que os pais sigam algumas recomendações veterinárias para garantir a saúde tanto do animal quanto dos pequenos.

Os roedores são os preferidos dos pequenos
Os roedores são os preferidos dos pequenos
Foto: Shutterstock

Coelhos, hamsters, porquinhos-da-índia e chinchilas são boas opções para crianças menores de 10 anos que querem um amigo de outra espécie. Roedores, em geral, são pequenos, dóceis e interagem muito bem com os pequenos. “São animais calmos e bonitos. Os preferidos das crianças, depois do cão e do gato”, afirma o médico veterinário especializado em animais silvestres Alexandre Hellmeister.

Répteis e aves são recomendados para casos mais específicos. “O lagarto leopardo, por exemplo, requer mais cuidados do que um roedor. A calda dele solta com facilidade, assim, ele é indicado para crianças um pouco mais velhas”, diz o veterinário. Já as aves não gostam de agitação. Pássaros como a calopsita e a ararajuba são excelentes para conviver com crianças maiores ou mais calmas.

A preocupação mais frequente dos pais ao comprar um bicho de estimação para os filhos se refere aos riscos que podem oferecer aos pequenos. Segundo Hellmeister, porém, os níveis de contaminação são baixos. “Normalmente, os animais são mantidos sem contato com o meio externo, o que reduz muito os riscos à saúde dos seus donos”, atesta o especialista. Além disso, é preciso tomar alguns cuidados com a higiene do animal.

Os roedores, quando mantidos em lugares limpos e secos, não costumam transmitir doenças. “É preciso limpar a gaiola deles pelo menos uma vez por dia. Trocar a serragem e nunca deixar o local úmido, pois roedores têm grandes chances de ter fungos”, afirma Hellmeister. Já os répteis podem transmitir salmonela, se não estiverem em um ambiente apropriado. “É importante sempre lavar as mãos com álcool após entrar em contato com eles”, ressaltou o veterinário. 

Cuidados especiais

Nos roedores, cerca de 80% da nutrição é feita com folhas, frutas e vegetais. O resto é ração. Água à vontade. “Cabe ressaltar que cada espécie tem a sua particularidade. O porquinho-da-índia, no entanto, raramente vai beber água, porque a retira dos alimentos”, diz o veterinário. 

Já os répteis requerem mais cuidados. O lagarto, por exemplo, precisa de um terrário, um ambiente no qual se reproduzam as condições necessárias para que ele sobreviva. Também existe uma espécie de jiboia que gosta de ficar na água. "É necessário criar um reservatório de acordo com o ecossistema que o animal necessita”, reforça Hellmeister.

Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra
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