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Atrofia social: estamos cada vez mais solitários, desconfiados e cansados da sociedade

Depois que a pandemia passou, quem se acostumou a ficar em casa, e sozinho, pode ter encontrado conforto na solitude

4 fev 2026 - 19h22
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Depois que a pandemia passou, quem se acostumou a ficar em casa, e sozinho, pode ter encontrado conforto na solitude. Isso, em grande massa, está gerando o fenômeno, nomeado pelos profissionais da saúde mental, atrofia social. Entenda mais sobre:

O estresse, desconfiança e cansaço está, em grande massa, gerando o fenômeno, nomeado pelos profissionais da saúde mental, atrofia social
O estresse, desconfiança e cansaço está, em grande massa, gerando o fenômeno, nomeado pelos profissionais da saúde mental, atrofia social
Foto: depositphotos.com / mproduction / Bons Fluidos

O que é a atrofia social?

O que, antes, era visto como um comportamento errado, e até mesmo estranho, com o tempo dentro de casa, sozinhos, virou algo comum. Os que já gostavam de sua própria companhia passaram a aderir isso ainda mais como um estilo de vida e, com isso, governos e autoridades da saúde pública se passaram a se preocupar com a epidemia de solidão.

Isso porque, muitos pararam de se engajar nas atividades em grupo e começaram a curtir os momentos de leitura em casa, com um chá de companhia e, frequentemente, ao lado de um amigo de quatro patas. O isolamento passou a ser por escolha própria e o mesmo deixou de ser visto como solidão.

O desafio gerado por este comportamento

De acordo com os profissionais, esta escolha, por mais que seja um alívio do mundo lá fora - cheio de estímulos e estresses - modifica o cérebro. A maior preocupação é a dificuldade em ler a sociedade, consequentemente, diminuindo a capacidade de ter empatia pelos outros. Ademais, os mesmos afirmam que as oportunidades sociais também passam despercebidas.

Normalmente, outras consequências são também a desconfiança das pessoas, impaciência e cansaço da convivência. Dessa forma, para sair deste ciclo, os psicoterapeutas aconselham tratar a reunião com os outros como um exercício físico, algo necessário, mas que, muitas vezes, pode não ser muito prazeroso.

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