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5 cuidados que garantem a precisão do exame de sexagem fetal

Está com dúvidas se irá realizar o exame? A gente reuniu cinco pontos para considerar

30 mar 2026 - 15h21
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Segurança, tecnologia e rigor: bastidores da sexagem fetal

A sexagem fetal é um exame simples e seguro, feito a partir do sangue da gestante, que permite descobrir o sexo do bebê ainda no início da gravidez. Mas, para que o resultado seja confiável, existem alguns cuidados importantes nos bastidores. Confira os principais:

Freepik
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Foto: Revista Malu

1. O exame deve ser feito no momento certo

A sexagem fetal acontece a partir da 8ª semana de gestação. Antes disso, a quantidade de DNA fetal no sangue materno pode ser insuficiente, o que pode comprometer o resultado.

2. O controle de contaminação é essencial

Como o exame detecta o cromossomo Y (presente em bebês do sexo masculino), qualquer contato com material genético masculino pode interferir na análise. Por isso, os laboratórios seguem protocolos rigorosos para evitar esse tipo de contaminação.

3. Protocolos laboratoriais fazem toda a diferença

Os profissionais adotam equipamentos de proteção, ambientes controlados e processos automatizados para garantir a qualidade da análise e reduzir interferências externas.

4. A tecnologia precisa estar aliada à técnica

"A confiabilidade depende tanto da tecnologia molecular quanto do rigor nos processos de coleta e análise", explica o médico geneticista Gustavo Guida, da Dasa Genômica e do laboratório Sérgio Franco (RJ). Ou seja, não basta o exame ser moderno  e ele precisa ser bem executado.

5. O exame tem objetivo específico

Apesar de usar a mesma base tecnológica do NIPT, a sexagem fetal serve exclusivamente para identificar o sexo do bebê. Já o NIPT avalia o risco de alterações cromossômicas, sendo indicado em outros contextos.

Segundo Natália Gonçalves, superintendente de P&D e Head de Reprodução Humana da Dasa Genômica, o exame é seguro e não invasivo. "Ele oferece informação confiável de forma precoce, desde que realizado dentro dos critérios técnicos adequados", afirma.

No fim, a sexagem fetal é um exemplo de como a medicina diagnóstica evoluiu, mas também de como o rigor nos processos continua sendo fundamental para garantir resultados precisos.

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