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Como lidar com as emoções segundo a visão da neurociência

Você sabe como lidar com as emoções? Uma visão da neurociência pode te ajudar a ajustar a intensidade emocional da sua vida

18 abr 2026 - 12h36
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Aquilo que sentimos acontece no campo subjetivo de conexões neurais em nosso Sistema Nervoso. principalmente no cérebro, que registra as experiências de acordo com a sua intensidade emocional. Elas influenciam nossa percepção do mundo e dos outros, tornando-se algo como uma herança emocional. E que filtra ou nos faz enxergar as situações de forma ameaçadora, mesmo em momentos que não representam uma real ameaça a nossa sobrevivência física ou social. Então, vamos entender melhor como podemos lidar com as emoções.

Como lidar com as emoções segundo a visão da neurociência
Como lidar com as emoções segundo a visão da neurociência
Foto: Revista Malu

Como lidar com as emoções

No caso de um executivo, por exemplo, a sensação de estar prestes a lutar, fugir ou ficar paralisado, mesmo que não haja um perigo iminente, pode surgir de uma experiência anterior vivenciada no mesmo ambiente, como em uma reunião dentro de uma sala onde, no passado, ocorreram micro- agressões ou bullying. O que fazer, então, para lidar com nossas heranças emocionais? Bom, exercitar a consciência corporal e o raciocínio crítico nesses momentos, assim que percebemos mudanças fisiológicas rápidas, como batimento cardíaco, suor e dores, pode ajudar a gerenciar reações automáticas

O "nervo vago" é o mais longo do nosso corpo e um dos componentes mais importantes do Sistema Nervoso Parassimpático. A respiração profunda e a consciência corporal ajudam a estimulá-lo. Aumentando o espaço mental entre o estímulo e a resposta comportamental, principalmente daqueles que já vivenciaram situações traumáticas.

Outras estratégias

Já abordagens terapêuticas e o monitoramento contínuo dos sentimentos ajudam a trazer consciência às conexões com heranças emocionais de experiências passadas. Nesse caso, a intenção não é "abafar" o que sentimos ou "fazer de conta" que a situação presente não seja potencialmente ameaçadora. Mas sim questionar se o que se está sentindo no momento tem a ver com uma experiência do passado ou de fato com o momento vivenciado. A questão, então, seria: Estou vivendo uma situação de perigo? Se sim, qual é o perigo e o que posso fazer?  

No cotidiano do mundo corporativo, podemos passar por avivamentos de heranças emocionais, que, muitas vezes, são perturbadoras. A escolha de como reagir a isso pode, e deve, ser nossa. Ao reconhecer que somos humanos e sentimos medo, raiva, tristeza, culpa, vergonha e várias outras emoções, deixamos de lado, mesmo que por alguns segundos, o crachá e aumentamos a chance de expressar nosso potencial e usar nosso poder e influência para melhores decisões e relações.

Revista Malu Revista Malu
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