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Comer kiwi à noite pode melhorar a qualidade do seu sono; descubra a quantidade ideal

Com a pesquisa, a conclusão foi de que das pessoas que seguiram o hábito por uma semana, 47% passou menos tempo acordado durante a noite

11 nov 2025 - 16h21
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O estudo da Atlantic Technological University revelou que comer kiwi à noite pode melhorar o sono. Mais especificamente, duas unidades e uma hora antes de dormir. Isso foi o suficiente para que os despertares noturnos dos atletas de elite diminuíssem. Entenda:

O estudo da Atlantic Technological University revelou que comer kiwi à noite pode melhorar o sono; descubra a quantidade ideal e o tempo
O estudo da Atlantic Technological University revelou que comer kiwi à noite pode melhorar o sono; descubra a quantidade ideal e o tempo
Foto: depositphotos.com / biljuska1 / Bons Fluidos

Comer kiwi à noite pode ajudar no seu sono

Com a pesquisa, a conclusão foi de que das pessoas que seguiram o hábito por uma semana, 47% passou menos tempo acordado durante a noite e 27% despertou menos. Ademais, a maioria teve uma hora a mais de descanso e a eficiência do sono subiu de 86% para 93%. Isso fez com que elas tivessem mais disposição ao acordar.

E esta reação ocorreu graças à serotonina, que regula o ciclo do sono; aos antioxidantes, que reduziram o estresse oxidativo, além da vitamina C e do folato, nutrientes ligados ao descanso profundo.

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Qual é o impacto dos antioxidantes na saúde e como encontrá-los?

Os antioxidantes são substâncias capazes de atrasar ou impedir a oxidação celular, um processo que, em excesso, pode prejudicar o organismo. Primeiramente, é importante ressaltar que sua função é proteger as células saudáveis contra a ação dos radicais livres - moléculas instáveis que, quando em grande quantidade, aumentam o risco de doenças crônicas e degenerativas.

Radicais livres em excesso estão relacionados a condições como obesidade, hipertensão, diabetes, aterosclerose, além de enfermidades neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson, e até alguns tipos de câncer. Então é nesse cenário que os antioxidantes atuam como aliados indispensáveis, regulando esses agentes e reduzindo os danos. e leia a matéria completa.

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