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Vai comprar sofá? Confira dicas e modelos para escolher sem erros

É fundamental analisar espaço de circulação, restante do projeto e dinâmica da casa

29 jan 2014 - 07h36
(atualizado às 11h01)
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O sofá é um dos itens mais convidativos da casa. Mas erros na escolha podem atrapalhar a circulação, deixar o ambiente cansativo e dificultar a manutenção. Fuja de arrependimentos com 10 dicas listadas pela arquiteta Bianca da Hora e pela designer Ingrid Hirsch, da Sala Bella:

Estofado: para a sala de estar, a designer Ingrid recomenda sofá não tão macio, para que as pessoas tenham facilidade para se sentar e levantar. No caso da sala de TV, pode-se optar por estofado mais macio e opção extensível para assistir a filmes e programas com conforto.

Cor: na hora de escolher a cor da peça, é importante levar em conta o projeto e a dinâmica da casa. Se há crianças e animais de estimação, é possível ter um modelo claro, mas em couro sintético, por exemplo, que é mais prático para limpar. “Os sofás muitos escuros nem sempre são sinônimo de praticidade na limpeza. Muitas vezes tecidos escuros marcam mais do que os claros. O preto em alguns tipos de tecido pode mostrar muitas marcas e pelos de animais”, enfatizou a designer Ingrid. Seja qual for a tonalidade, a arquiteta Bianca da Hora indica o uso de capa. “Gosto muito da capa do mesmo tecido do sofá ou até em sarja branca ou bege. É fácil para ser lavada”, acrescentou.

Couro ou tecido: couro e corino são práticos para a limpeza, mas não são tão confortáveis. Suede, sarja, veludo e chenille são menos práticos na hora da manutenção, mas conferem mais conforto.

Revestimento: na opinião da designer Ingrid, o revestimento chenille vem dando espaço para o veludo e o suede. A arquiteta Bianca ressalta o couro e o linho.

Equilíbrio com o ambiente: não há uma regra que aponte que sofá escuro pede ambiente claro e vice-versa. Mas, para não errar, é importante buscar o equilíbrio e sabe-se que um modelo escuro, por exemplo, ganha destaque em um fundo claro, como lembrou a designer Ingrid.  

Tons em alta: os tons de bege estão sempre em alta. Atualmente, a procura também é grande por marrom, cinza, azul-marinho;

Estampa: item estampado pode incrementar o ambiente e cai bem com o restante mais sóbrio e liso, apesar de ser possível combinar com outra estampa. Mas, para evitar a chance de errar, prefira um liso e deixe a padronagem e o colorido para os acessórios, como almofadas e pufes. Assim, se enjoar, fica mais barato para trocar o visual.

Tamanho: para saber o tamanho ideal do sofá, é preciso levar em conta o espaço de circulação em volta dele, que deve ter pelo menos 70 cm. O sofá retrátil ou com chaise é uma boa pedida para relaxar, mas deve-se levar em consideração a profundidade dele aberto e fechado, deixando sempre uma passagem livre.

Modelo: modelo em L pode ser usado, desde que não atrapalhe a circulação. Pode resolver problemas de cantos sem uso, adicionando um lugar a mais na sala. Também serve como divisor de ambientes, acrescentou a designer Ingrid.

Ambientes pequenos: se o ambiente pequeno permite apenas um sofá, aposte em pufes, que podem ser guardados embaixo de aparadores e do rack. Banquinhos em madeira ou laca são outra boa pedida e ainda servem como apoio lateral ou mesa de centro.

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Fonte: Ponto a Ponto Ideias Ponto a Ponto Ideias
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