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Ícone da moda mundial, estilista italiano Giorgio Armani morre aos 91 anos

Velório será realizado no próximo fim de semana, em Milão

4 set 2025 - 10h37
(atualizado às 11h05)
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O estilista italiano Giorgio Armani, considerado um ícone da moda mundial, faleceu nesta quinta-feira (4), aos 91 anos, informou a grife em nota.

Giorgio Armani fundou um dos maiores impérios da moda contemporânea
Giorgio Armani fundou um dos maiores impérios da moda contemporânea
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A causa da morte não foi revelada, mas ele estava doente há algum tempo e foi forçado a abandonar os desfiles de seu grupo na Semana de Moda Masculina de Milão, em junho, na primeira vez em sua carreira que perdeu um de seus eventos de passarela.

O estilista programava reaparecer nos desfiles da Armani na Semana de Moda de Milão, no fim de setembro. ?Com profundo pesar, o Grupo Armani anuncia o falecimento de seu idealizador, fundador e incansável impulsionador: Giorgio Armani?, inicia o texto.

Segundo o comunicado, o ?Senhor Armani, como sempre foi chamado com respeito e admiração por seus funcionários e colaboradores, faleceu em paz, cercado  por seus entes queridos?.

O velório do estilista começará no próximo sábado (6) e ficará aberto ao público até domingo (7), das 9h às 18h (horário local), em Milão. Já o funeral será realizado em cerimônia privada, atendendo a um pedido do italiano.

Armani era sinônimo de estilo e elegância italianos modernos, com sua moda minimalista. Ao longo de sua carreira, combinou o talento de um estilista com a perspicácia de um empresário, liderando uma empresa com faturamento de cerca de 2,3 bilhões de euros por ano.

?Incansável, ele trabalhou até seus últimos dias, dedicando-se à empresa, às suas coleções e aos diversos projetos, tanto existentes quanto em andamento?, acrescenta a nota.

O grupo de moda destacou ainda que, ao longo dos anos, Armani criou uma visão que se estendia da moda a todos os aspectos da vida, antecipando os tempos com extraordinária clareza e concretude. Ele era guiado por uma curiosidade inesgotável e um foco no presente e nas pessoas.

Apelidado de ?il re Giorgio? (?Rei Giorgio?, em português), Armani criou um império na indústria da moda de luxo e destacou-se em alta-costura, prêt-à-porter, acessórios, perfumes, joias, além de arquitetura de interiores e hotéis de luxo em cidades do mundo inteiro, incluindo Milão, Paris, Nova York, Tóquio, Seul e Xangai.

?Ao longo desse caminho, estabeleceu um diálogo aberto com o público, tornando-se uma figura querida e respeitada por sua capacidade de se comunicar com todos?, enfatiza, lembrando que o estilista ?sempre esteve atento às necessidades da comunidade e se comprometeu em muitas frentes, especialmente com sua amada Milão?, ressaltou a empresa, que tem 50 anos de história.

Por fim, o grupo do estilista destacou que ele ?sempre fez da independência, pensamento e ação, sua marca? e a ?a companhia é o reflexo, hoje e sempre, desse sentimento?. ?A família e os funcionários levarão o Grupo adiante no respeito e continuidade destes valores?, concluiu.

A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, lamentou a morte de Armani e destacou que, ?com sua elegância, sobriedade e criatividade, ele trouxe prestígio à moda italiana e inspirou o mundo inteiro?.

?Um ícone, um trabalhador incansável, um símbolo do melhor da Itália. Obrigada por tudo", escreveu ela nas redes sociais.

Já o vice-premiê e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, lamentou a morte de ?um talento atemporal e embaixador do ?Made in Italy? para o mundo?.

?Um visionário da moda, um intérprete refinado da elegância e da beleza do nosso país. A sua é uma história de sucesso extraordinária. Estamos com a sua família hoje, gratos pelo estilo extraordinário que ele transmitiu à Itália e ao mundo?, escreveu o chanceler italiano no X.

Ansa - Brasil
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