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Bota de plástico se transforma em sapatilha ou rasteira

31 mai 2010 - 16h25
(atualizado às 16h43)
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Rosângela Espinossi
Direto do Rio de Janeiro

Imagine uma ankle boot feita com esferas de diversos tamanhos, que podem ser retiradas ao gosto do cliente. A Melissa desenhada pelo arquiteto italiano Gaetano Pesce, que visitou o estande da marca no Fashion Rio, é assim. Trata-se do primeiro modelo da marca customizável.

O também design, que tem obras no acervo permanente do MoMa, em Nova York, e do Centro Georges Pompidou, em Paris, disse durante sua passagem por aqui que os objetos precisam ser apreciados, mas também tocados e sentidos. Foi exatamente o que ele fez. A cliente que comprar a bota pode retirar quantas esferas quiser e deixar o calçado de acordo com seu estilo.

E não há quem resista ao passar no espaço da Melisa, bem no caminho entre uma sala e outra. Nesse corredor em que alguns modelos estão expostos há telas touchscreen, em que os visitantes podem ver como ficaria a bota tirando quantas esferas quiser.

Na vida real, quando chegarem às lojas, em agosto, é usar tesoura e criatividade, para transformar a bota em rasteira, sandália, sapatilhas. Só tem uma coisa: depois de tirar não dá mais para colocar de novo. O modelo terá seis opções de cor: preto, vermelho, off-white, transparente, azul perolado e laranja translúcido. A Melissa + Gaetano Pesce será R$ 150.

Melissa por Gaetano Pesce
Melissa por Gaetano Pesce
Foto: Divulgação
Fonte: Especial para Terra
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