Modelos contam seus apelidos e histórias da infância
Hoje elas podem ser belas e deslumbrantes, mas, no passado, já sofreram muito com apelidos de mau gosto. Sem traumas, no entanto, algumas modelos que participaram do primeiro dia do Fashion Rio - Inverno 2013 contaram ao Terra como eram chamadas pelos colegas durante a infância. Elas ainda garantem: atualmente, grande parte dos autores das piadas são seus fãs.
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Para a catarinense Ana Carla Vanini, 19 anos, quarta colocada na primeira temporada do reality show Menina Fantástica, da TV Globo, os apelidos nunca foram um problema. "Na escola me chamavam de saracura, secóide, vara de cutucar estrela, eram vários apelidos. Mas isso nunca me atingiu. Eu e uma outra colega éramos altas e magrinhas, então, pegavam no nosso pé", disse Ana Carla ao acrescentar que hoje, em sua agência de modelos, as pessoas a chamam de Magda (em referência à personagem de Marisa Orth na extinta série global Sai de Baixo). "Estou sempre trocando os nomes das coisas e das pessoas, então o pessoal da minha agência, a Mega, às vezes me chama de Magda", divertiu-se.
De norte a sul do País, o apelido das modelos na infância não difere muito. Os campeões são vara de cutucar estrelas e magrela. A gaúcha Mariana Coldebella, 24, porém, contou um nome mais incomum: coxa de grilo. "Que vergonha, mas me chamavam de coxa de grilo. Mas hoje o pessoal brinca que a Mari coxa de grilo está arrasando.", riu a modelo.
No caso da carioca Tamyres Melo, 19, o apelido que mais a marcou foi esqueleto. "Eu tinha vários apelidos quando era mais nova, mas o que mais me deixava triste era esqueleto, eu odiava", relembrou. A modelo Isabella Melo, 19 anos, tinha tanta vergonha de sua "magreza" que ir de shorts às aulas de Educação Física era sempre um momento de desconforto. "Eu odiava ter que colocar o uniforme da escola, ter que usar short era muito ruim, todo mundo ficava me zoando. Meu apelido era Olívia Palito", contou.
Os antigos colegas de Muriel Beal, 20, uma das modelos da TNG, também não fugiam do usual: "me chamavam de magrela. Era o único apelido que tinha", disse ela. Já Ismênia Lima, 19, da Paraíba, decidiu trazer à tona seu grande segredo: "tinha vários apelidos, mas o pior de todos era taquara de medir açude, é horrível", riu.
Os homens, por sua vez, também não conseguiram escapar da gozação dos colegas de infância. O modelo André Kherwald, 22, disse que era conhecido em sua cidade natal como "pato". "Como nasci em Pato Branco, me chamavam de pato. Mas o pior era quando me chamavam de girafa", assumiu. Para Josué Wiese, 18, o apelido foi mais ameno. "Sempre me chamaram de Jô. É bem mais tranquilo do que esses apelidos todos que a gente vê por aí", finalizou o catarinense de Presidente Getúlio.