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Como inclusão e sustentabilidade deixaram de ser nicho e se tornaram eixo da moda e beleza global

6 jan 2026 - 17h30
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A moda global vive uma inflexão histórica. Em 2025, semanas de moda e grandes conglomerados do setor deixaram claro, diversidade e sustentabilidade não são mais recortes periféricos, mas pilares de mercado, influência cultural e inovação econômica. Eventos como a Milano Fashion Week e a Paris Fashion Week ampliaram, nas últimas edições, a presença de modelos com deficiência, corpos dissidentes e narrativas sustentáveis, enquanto marcas aceleram compromissos ESG e transparência ambiental para responder à nova exigência de consumidores e investidores.

Foto: Adriana de Araújo / todateen

No mesmo ano, a L'Oréal, grupo com o qual Adriana de Araújo mantém uma relação global consolidada há cinco anos, expandiu metas de impacto social e inclusão dentro do programa L'Oréal for the Future, reforçando iniciativas de acessibilidade em campanhas e diversidade embaixadora — um movimento alinhado ao trabalho contínuo de Adriana para inserir a inclusão em espaços de alta visibilidade.

Adriana de Araújo é hoje uma das vozes mais relevantes nesse novo paradigma da moda e da beleza. Sua trajetória carrega o compromisso de transformar passarelas, campanhas e narrativas em instrumentos reais de representatividade e impacto social. Ao longo de sua carreira, Adriana atuou para levar a inclusão às principais semanas de moda do mundo, como Milano, Paris, Londres e São Paulo, ajudando a reposicionar o olhar do mercado e a expandir o entendimento sobre diversidade, acessibilidade e protagonismo social.

Um dos marcos dessa caminhada foi sua parceria com a Brasil Eco Fashion Week, referência latino-americana em moda sustentável. A iniciativa, que segue pautando debates sobre economia circular, moda regenerativa e inclusão social, foi pioneira ao colocar a diversidade no centro das discussões sobre o futuro do setor, consolidando o entendimento de que inclusão não é tendência, mas valor estrutural e permanente.

A atuação de Adriana atravessou fronteiras e desdobrou-se em colaborações com marcas que influenciam tanto o imaginário cultural quanto o consumo em massa. Entre elas, TIM Brasil, que em 2025 reforçou compromissos de acessibilidade digital; Rock in Rio, que segue sendo benchmark em inclusão sensorial e estrutural em megaeventos; MSC Cruzeiros, com programas de turismo acessível; e gigantes do varejo e da beleza como Renner, MAC, Sephora, Natura e L'Oréal Paris, que vêm incorporando diretrizes de diversidade e impacto socioambiental em suas estratégias de comunicação e produto.

Reconhecida por sua trajetória, Adriana foi homenageada pela Glamour Brasil, símbolo de avanço de uma pauta que se tornou coletiva. Sua influência também alcança o campo institucional: a criação da Lei Maju de Araújo, voltada à garantia dos direitos das pessoas com deficiência, dialoga com um momento em que o Brasil amplia discussões legislativas sobre acessibilidade, capacitismo e participação social.

todateen
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