Para isso, ele decidiu costurar com agulha e linha os rostos dos amigos e familiares nas palmas das mãos
"Não é um projeto extremamente doloroso", explica o artista, já que as agulhadas são superficiais
O trabalho nada convencional reproduz rostos com traços pequenos de linhas
David Catá quer marcar em seu corpo todas as pessoas que foram e ainda são importantes em sua vida
Os retratos foram publicados em seu livro A Flor de Pele, um diário autobiográfico em que o corpo é o suporte para contar a história
"Com os bordados nas palmas das minhas mãos reproduzo os rostos de pessoas que, de alguma maneira, marcaram minha vida", afirma sobre a obra
"As vidas dessas pessoas se entrelaçaram com a minha para construir minha história", diz
A qualidade e originalidade da obra impressionam, especialmente por ser feito na pele do próprio artista
A iniciativa ganhou muitos fãs e comentários nas redes sociais
O artista fotografou também suas mãos sem nenhuma obra