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Aromaterapia para idosos melhora o sono com abordagens suaves

Óleos essenciais despertam benefícios emocionais e cognitivos nos mais velhos, promovendo alívio de sintomas comuns e qualidade de vida

22 ago 2025 - 16h24
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Atualmente, por conta da rotina tumultuada e mente sempre ligada nas redes sociais, diversas pessoas estão tendo problemas com o sono, até os idosos. Dessa forma, a aromaterapia tem ganhado atenção, já que oferece estratégias não invasivas. E, por isso, desde 2024, a USP está realizando pesquisas para investigar os efeitos dos óleos essenciais na qualidade do descanso noturno da população mais velha. Leia abaixo para saber os detalhes:

Óleos essenciais despertam benefícios emocionais e cognitivos em idosos, promovendo melhora do sono e qualidade de vida
Óleos essenciais despertam benefícios emocionais e cognitivos em idosos, promovendo melhora do sono e qualidade de vida
Foto: depositphotos.com / serezniy / Bons Fluidos

A aromaterapia na melhoria do sono dos idosos

Segundo a doutora em Enfermagem e especialista em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, Talita Pavarini, pode-se incorporar a abordagem "à rotina dos idosos de forma sistemática e respeitosa, contribuindo tanto para o conforto físico, quanto para a estabilidade emocional".

Quais são os óleos essenciais mais aconselhados?

Camomila romana e lavanda

Entre os efeitos mais relatados, destaca-se o alívio de tensões e a melhora do padrão de sono. Aromas suaves, como camomila romana e lavanda (Lavandula angustifolia), promovem relaxamento profundo, reduzindo a agitação noturna e despertando a sensação de tranquilidade.

Alecrim

Além disso, essências do tipo do alecrim se associam à estimulação cognitiva e ao despertar da disposição, pois favorecem a clareza mental e auxiliam nas atividades cotidianas que exigem atenção, acompanhando o envelhecimento natural com mais leveza. "Há uma conexão entre cheiro e cérebro que, quando bem direcionada, desperta energia emocional e foco, mantendo a autonomia do idoso", detalha.

Gengibre

A suavização de sintomas físicos também ganha espaço através do gengibre, por exemplo, que beneficia a circulação e reduz desconfortos musculares, além da sensação de rigidez, muito comuns nessa faixa etária. A lavanda também se encaixa nessa situação, pois diminui as dores mais leves e as tensões acumuladas.

Uso apropriado dos óleos essenciais

Vale ressaltar que a prevenção de reações adversas é fundamental. A especialista alerta que os idosos costumam ter pele mais sensível e possíveis condições crônicas associadas, graças ao uso de diversos medicamentos. Portanto, dilua corretamente os óleos em bases vegetais apropriadas com concentrações específicas. "Respeitar a individualidade e construir protocolos adaptados à rotina de cada pessoa idosa é uma prática indispensável para garantir a eficácia e a segurança da técnica", enfatiza.

Por fim, em ambientes compartilhados, como lares de idosos ou clínicas geriátricas, a aromaterapia pode ser aplicada com individualização e monitoramento, proporcionando uma atmosfera acolhedora e menos impessoal. O uso em difusores deve ser realizado somente após avaliação individual dos idosos que compartilham o mesmo ambiente.

Bons Fluidos
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