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Aos 101 anos, italiana revela seus hábitos de longevidade; descubra

A rotina da idosa mostra que envelhecer bem não exige restrições extremas, mas sim o equilíbrio entre saúde e os prazeres do dia a dia

15 jul 2026 - 12h40
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Esqueça a ideia de que a longevidade exige uma rotina rígida, sem graça ou cheia de restrições de cardápio. Renata Pucci di Benisichi, uma aristocrata siciliana de 101 anos, quebra completamente esse estereótipo com seu dia a dia cheio de energia, sabores e saídas noturnas.

A rotina da idosa mostra que não é preciso seguir regras rígidas para garantir a longevidade, mas sim aproveitar os prazeres com equilíbrio
A rotina da idosa mostra que não é preciso seguir regras rígidas para garantir a longevidade, mas sim aproveitar os prazeres com equilíbrio
Foto: Reprodução/Instagram / Bons Fluidos

Para ela, uma das partes mais importantes da vida é a alimentação. A sua relação com a comida é leve, simples e deliciosamente italiana. Em entrevista ao jornal 'Corriere della Sera', a idosa confessou que não se aventura no fogão, mas come muito bem todos os dias: "Não muita coisa, não sei cozinhar nada. De manhã, às 9h, tomo café da manhã com chá e um croissant quentinho. No almoço, macarrão com feijão ou molho, e biscoitos com queijo Philadelphia e geleia ou frutas. Sempre janto fora."

Segredos da longevidade

A resposta para a juventude de Renata, contudo, vai muito além do que ela coloca no prato. A aristocrata cuida da saúde mental diariamente por meio de dois pilares fundamentais: a leitura constante e a blindagem contra sentimentos ruins. Ela contou que tem o hábito de ler e reler diversas obras, preferindo principalmente as de Shakespeare.

Da mesma forma, a inteligência emocional desempenha um papel crucial em sua longevidade. Segundo a idosa, o hábito de rejeitar sentimentos amargos como a inveja sempre manteve seu coração leve e focado no próprio crescimento. "Nunca sofri de inveja. Se alguém fazia algo que eu não fazia, eu sentia admiração e queria melhorar", afirmou.

Uma vida social agitada

Além disso, a fim de se manter ativa, a aristocrata busca aproveitar não somente o conforto do lar, como frequentar espaços de lazer. A socialização é comprovadamente uma das melhores ferramentas para combater a depressão na terceira idade, e Renata leva isso à risca ao manter o hábito de sair todas as noites.

"Eu frequento dois clubes: um é o Bellini, que é um pouco sofisticado; o outro é o Union Club. Se não vou a nenhum deles, vou ao cinema ou como uma pizza de mussarela e tomate", contou.

Sua trajetória inspiradora mostra, portanto, que envelhecer com saúde não significa abrir mão dos pequenos prazeres cotidianos. Pelo contrário, sua paixão por descobrir o mundo e saborear a vida prova que a verdadeira fonte da juventude está em continuar aproveitando cada dia com alegria e curiosidade.

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