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Adriana Perroni alerta sobre celulite facial após internações: 'Não ignore os sinais do seu corpo'

Em entrevista à Bons Fluidos, a jornalista detalhou o diagnóstico de celulite facial e explicou como a experiência transformou sua relação com a saúde

12 set 2025 - 12h49
(atualizado às 12h55)
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Um mês após passar por duas internações, a jornalista Adriana Perroni, da TV Record, voltou a falar sobre como o diagnóstico de celulite facial transformou sua relação com a saúde. Em entrevista à Bons Fluidos, a apresentadora, que enfrentou complicações graves, detalhou desde os primeiros sinais da doença até o tratamento e o processo de recuperação.

Adriana Perroni detalhou o diagnóstico de celulite facial e explicou como a experiência transformou sua relação com a saúde
Adriana Perroni detalhou o diagnóstico de celulite facial e explicou como a experiência transformou sua relação com a saúde
Foto: Reprodução/Edu Moraes/Divulgação RECORD / Bons Fluidos

"Como jornalista, senti que tinha a obrigação de compartilhar não apenas a minha experiência, mas também informações sobre a doença, para alertar as pessoas. Recebi dezenas de mensagens de pessoas contando que já presenciaram casos semelhantes, de gente que também nunca tinha ouvido falar em celulite facial e até de quem estava passando pela mesma situação que eu. Fiquei impressionada com isso e percebi como era importante falar sobre o assunto", esclarece.

Parecia um pequeno desconforto local, mas não era

De acordo com Perroni, a condição inicialmente surgiu como um pequeno caroço no olho esquerdo, e por isso ela acreditou se tratar de um terçol ou de uma espinha. "Acabei ignorando o incômodo por quase duas semanas. Foi só quando o inchaço começou a aumentar que percebi que algo estava errado", disse.

Especialistas explicam que a infecção facial, causada pela entrada de bactérias por feridas abertas, acnes ou traumas, costuma se manifestar dessa forma. Entretanto, se não houver tratamento imediato, ocorre a formação de abscessos e, dependendo da região afetada, a saúde ocular pode ser comprometida, como aconteceu com a jornalista. Além disso, há risco de o microrganismo atingir a corrente sanguínea, podendo afetar o coração e o cérebro.

"Comecei um tratamento com antibiótico e anti-inflamatório via oral por sete dias. No início, parecia que estava funcionando, mas, ao final desse período, o inchaço voltou ainda mais forte e chegou a atrapalhar a minha visão durante a apresentação do jornal. Foi aí que comecei a me preocupar. Procurei o pronto-socorro achando que sairia de lá com uma pomada ou outro antibiótico, mas recebi a notícia de que precisaria ser internada", narra Adriana.

Neste momento, apesar de surpresa por desconhecer a doença e sua gravidade até então, a apresentadora disse que estava "confiante e tranquila". Os primeiros cuidados funcionaram bem, permitindo que ela retornasse ao trabalho após cinco dias no hospital e seis de recuperação em casa.

O inchaço, no entanto, voltou de forma repentina, e Perroni precisou ser internada novamente. "Dessa vez, foi um tratamento mais longo. Costumo encarar tudo com otimismo, mas a segunda internação mexeu comigo. É um grande desafio aceitar que não temos controle total sobre o nosso corpo. E, para quem ama o que faz, ficar tanto tempo afastada do trabalho não é fácil", revela.

Adriana Perroni fala sobre processo de recuperação

Hoje, a jornalista está curada da condição e afirma se sentir "muito feliz por ter voltado à vida normal", mas ainda trata de uma trombose causada pelo cateter usado para a administração da medicação. Segundo Adriana, por orientação médica, os cuidados devem permanecer por pelo menos três meses.

Em um momento de reflexão, ela conta que a "experiência mudou completamente a minha relação com a saúde". "Nunca mais vou ignorar um sinal do corpo. Aprendi, na prática, que cuidar da saúde precisa estar sempre em primeiro lugar", declara.

E, por este motivo, a apresentadora chegou a adotar novos hábitos, os quais ela recomenda. Adriana Perroni cita, por exemplo, a importância de higienizar o rosto antes de dormir e de não compartilhar itens de maquiagem. Além disso, após o diagnóstico, o fortalecimento da imunidade passou a ser um foco de atenção.

"É muito importante dormir bem, se alimentar de forma equilibrada e respeitar os limites do corpo. Foi justamente em um momento de baixa imunidade que a doença se manifestou em mim", expõe.

Por fim, ela destaca o aprendizado que considera mais essencial: "A principal mensagem é: não ignore os sinais do seu corpo. Muitas vezes, algo que parece simples pode se transformar em um problema sério. Procurar ajuda médica no início pode fazer toda a diferença. Quero que a minha história seja um lembrete de que saúde é prioridade, sempre". 

Bons Fluidos
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