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Verão: Especialistas apontam que dezembro pode ter volume significativo de chuvas

Dezembro já é naturalmente mais chuvoso. Em janeiro, temperaturas podem bater recordes

23 nov 2024 - 10h25
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Outono registra altas temperaturas típicas de verão, de acordo com institutos de meteorologia.
Outono registra altas temperaturas típicas de verão, de acordo com institutos de meteorologia.
Foto: WERTHER SANTANA / ESTADÃO CONTEÚDO / Estadão

O verão se aproxima e dezembro terá um volume significativo de chuvas de chuvas. Especialistas apontam que, com as temperaturas elevadas, este pode ser um dos mais intensos da história do Brasil. A informação é do O Globo

O aquecimento do Atlântico Norte e o fenômeno La Niña também impulsionam as mudanças climáticas globais, e indicam que secas e chuvas extremas no país podem ter um aumento significativo. 

A meteorologista Andrea Ramos, do Instituto Climatempo, aponta que dezembro é um mês de transição das estações, e é naturalmente mais chuvoso. “O verão é caracterizado como a estação mais chuvosa, especialmente quando comparamos com as demais estações do ano. Ele vai de dezembro até março, e, por isso, é esperado um volume significativo de chuvas”, explicou ao jornal. 

O ano de 2024 já foi o mais quente da história, e isso pode trazer mais mudanças para a estação neste ano. Segundo o meteorologista e professor do Departamento de Engenharia Ambiental e Agrícola da UFF, Marcio Cataldi, essas mudanças devem ocorrer com maior intensidade em janeiro. 

Segundo o especialista, atualmente, o que há de mais confiável até o momento é que em janeiro o Pacífico comece a aquecer, o que significa que em janeiro, pode haver registros de temperaturas recordes novamente. 

“Essa é uma perspectiva preocupante, com impacto global. Quanto a dezembro, estamos em uma espécie de limiar. Estamos monitorando semanalmente a evolução das condições dos oceanos. Pode ser que dezembro também registre temperaturas muito elevadas. Mas, com base no que sabemos agora, a previsão mais confiável é de calor extremo a partir de janeiro”, reforça. 

O La Niña, assim como o El Niño, se caracteriza por anomalias na temperatura da superfície do Oceano Pacífico equatorial. Quando a temperatura está abaixo da média, menos de 0,5ºC, é considerado La Niña. 

Fonte: Redação Terra
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