'Não nos eximimos da responsabilidade': Christian Gebara, CEO da Vivo, reforça compromissos com sustentabilidade e inclusão em meio a crises globais
Executivo elencou as atitudes adotadas pela companhia para colaborar com um futuro melhor
Em um cenário marcado por crises ambientais e desigualdades sociais, a Vivo reafirma seu papel como agente de transformação no Brasil. Durante o Encontro Futuro Vivo, Christian Gebara, CEO da Vivo, detalhou as estratégias da empresa para gerar impacto positivo, unindo tecnologia, responsabilidade ambiental e o que ele define como a "melhor tecnologia de todas": as pessoas.
O Encontro Futuro Vivo reúne especialistas e lideranças que são referência em desenvolvimento sustentável no Brasil e no mundo; assista ao encontro
O Brasil é o quinto maior gerador de lixo eletrônico do mundo. Por meio do Vivo Recicle, a companhia intensificou o seu programa de reciclagem, multiplicando por sete o recolhimento de equipamentos eletrônicos em suas lojas, visando a reutilização de metais preciosos como cobre, ouro e prata, evitando que esses materiais sobrecarreguem ainda mais o meio ambiente.
"Não nos eximimos da responsabilidade. Cada um de nós é parte desse ecossistema e pode fazer a diferença para regenerar o nosso planeta", declarou Gebara.
Inclusão Social e Digitalização
Para a Vivo, a digitalização é a chave para reduzir desigualdades. Christian Gebara apresentou avanços significativos na área de diversidade e inclusão:
- Representatividade: A empresa conta com mais de 40% de mulheres no conselho e elevou a presença de pretos e pardos em seu quadro para cerca de 45%.
- Educação: Através da Fundação Telefônica Vivo, a companhia investe mais de R$ 60 milhões anuais na formação de professores e alunos, com foco em ciência de dados e letramento digital.
- Saúde Mental: Gebara trouxe à tona o desafio da hiperconexão. Ironicamente, a empresa de tecnologia incentiva o equilíbrio, apoiando o Reset Day (dia de desconexão) e lançando campanhas que alertam sobre o uso excessivo do celular.
Regeneração e o Projeto "Floresta Futuro Vivo"
Um dos anúncios mais impactantes foi o lançamento do projeto Floresta Futuro Vivo, um compromisso de 30 anos para a regeneração de uma área de 820 hectares no Mosaico Gurupi, entre o Maranhão e o Pará. O objetivo é plantar 900 mil árvores em uma das regiões mais desmatadas do País, ajudando a preservar espécies em extinção e reconectar fragmentos florestais.
Gebara destacou dados alarmantes sobre o consumo de recursos naturais: o mundo consome hoje o equivalente a 1,73 planeta por ano. "A acidificação dos oceanos já ultrapassou o limite planetário", alertou o executivo, reforçando que a empresa antecipou sua meta de se tornar Net Zero para 2035 nos três escopos de emissão.
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