Santos Pode Ter Contas Bloqueadas Por Dívida de Mais de R$ 1 Milhão; Entenda o Caso
Talents Sports acionou a Justiça por pagamento relacionado a Lucas Veríssimo; clube tenta suspender a cobrança e oferece imóvel como garantia.
O Santos enfrenta uma cobrança judicial de mais de R$ 1 milhão movida pela Talents Sports por serviços de intermediação do zagueiro Lucas Veríssimo, negociado em 2020. A empresa pede a quitação em três dias ou o bloqueio de contas e penhora de bens do clube. Em sua defesa, o Santos contesta a ação, alegando que o caso já havia sido rejeitado pela CNRD por perda de prazo, ofereceu o CT Meninos da Vila como garantia para suspender a execução e pediu a condenação da empresa por má-fé.
O Santos enfrenta uma cobrança judicial superior a R$ 1 milhão movida pela Talents Sports. A empresa afirma ter valores a receber por um serviço de intermediação relacionado ao zagueiro Lucas Veríssimo, em negociação realizada em novembro de 2020.
Inicialmente, o débito previsto era de R$ 2 milhões. Entretanto, as partes assinaram um aditivo em 2022 que reduziu o montante para R$ 550 mil, com pagamento em parcela única até 31 de março daquele ano.
Segundo a empresa, uma nota fiscal foi emitida e houve tentativas de solucionar a pendência de maneira amigável, mas o pagamento não aconteceu. Com juros e correção monetária, a cobrança chegou a aproximadamente R$ 1 milhão, além de honorários advocatícios de 10%, custas processuais e outros encargos.
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Santos tenta suspender cobrança na Justiça
A Talents Sports solicita que o clube seja intimado a quitar a dívida em até três dias. Caso o pagamento não seja realizado, a empresa pede a penhora de bens e o bloqueio de valores existentes nas contas bancárias do Santos.
O clube, por sua vez, contesta a execução. A defesa argumenta que a mesma cobrança foi apresentada à CNRD em 2025 e rejeitada por estar fora do prazo, sustentando que a discussão não poderia ser retomada na Justiça Comum.
O Santos também ofereceu o CT Meninos da Vila como garantia, pediu o encerramento da execução e solicitou a condenação da empresa por litigância de má-fé.
Publicado originalmente na Woo! Magazine.
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