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Zelensky diz que Ucrânia quer garantir US$ 1 bi mensais de aliados para comprar armas dos EUA

25 ago 2025 - 14h34
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Kiev quer levantar ao menos US$ 1 bilhão por mês de parceiros internacionais para adquirir armamentos dos Estados Unidos. O anúncio foi feito pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na segunda-feira (25), em meio ao esforço do país para enfrentar a invasão russa.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky
Foto: depositphotos.com / gints.ivuskans / Perfil Brasil

O líder ucraniano comentou o tema em uma reunião conjunta em Kiev com o primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Store. Ele afirmou ainda que a Noruega pode ter papel importante nas garantias de segurança da Ucrânia, especialmente na defesa aérea e no reforço da segurança marítima.

No dia anterior, a primeira-ministra da Ucrânia, Yuliia Svyrydenko, declarou que tratou de garantias de segurança com o representante especial dos Estados Unidos para a Ucrânia, Keith Kellogg, em encontro na capital ucraniana.

A guerra pode caminhar para uma solução?

A ofensiva da Rússia começou em fevereiro de 2022 e já resultou no controle de cerca de 20% do território ucraniano. Ainda no mesmo ano, o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou a anexação de quatro regiões: Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia.

Os combates continuam principalmente no leste, onde as tropas russas avançam de forma lenta. Moscou não demonstra intenção de abandonar seus objetivos, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pressiona por negociações que levem a um acordo de paz.

A Ucrânia, por sua vez, intensificou ataques em território russo, justificando as operações como medidas para destruir infraestrutura militar. O governo de Putin respondeu ampliando as ofensivas aéreas, inclusive com drones.

Ambos os lados negam atacar civis, mas milhares já perderam a vida desde o início da guerra — a maioria, ucranianos. Também há estimativas de que milhares de soldados morreram na linha de frente, embora não existam dados oficiais sobre as baixas militares.

Segundo autoridades americanas, o conflito já deixou 1,2 milhão de mortos e feridos.

Perfil Brasil
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