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Trump e Lula conversam por telefone por 40 minutos

Trump classificou a conversa como "muito boa", confirmando aos jornalistas que trataram de "comércio" e das sanções que seu governo havia implementado em relação a certos eventos

2 dez 2025 - 19h15
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O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, mantiveram um contato telefônico de 40 minutos nesta terça-feira (2). O diálogo abordou o futuro das relações bilaterais, concentrando-se em pautas de comércio e segurança internacional, além de mencionar sanções aplicadas a autoridades brasileiras.

Trump e Lula na Malásia
Trump e Lula na Malásia
Foto: Ricardo Stuckert/PR / Perfil Brasil

Trump classificou a conversa como "muito boa", confirmando aos jornalistas que trataram de "comércio" e das sanções que seu governo havia implementado em relação a certos eventos. O líder norte-americano expressou aprovação pelo homólogo brasileiro: "Eu gosto dele, muito bom. Tivemos algumas boas reuniões, como você sabe, mas hoje tivemos uma conversa muito boa."

Segundo informações do Palácio do Planalto, o Presidente Lula defendeu a necessidade de eliminação de tarifas sobre produtos brasileiros que ainda enfrentam sobretaxas nos EUA. O Brasil é um fornecedor relevante de carne bovina aos Estados Unidos. Embora grande parte das tarifas, impostas para proteger produtores domésticos, tenha sido removida em novembro — medida vista como "muito positiva" por Lula — o líder brasileiro ressaltou que outros produtos seguem onerados. Lula enfatizou a urgência de "avançar rápido nessas negociações".

Em um contexto relacionado, o Presidente Trump, mais cedo, havia afirmado que seu governo realizou uma "mágica" para a queda do preço da carne bovina em seu país, sem citar diretamente o Brasil.

Além das questões alfandegárias, a conversa focou na cooperação em segurança. Lula destacou a necessidade premente de reforçar a parceria com os Estados Unidos no combate ao crime organizado internacional. O Presidente brasileiro mencionou as recentes ações do Governo Federal destinadas a desmantelar financeiramente facções criminosas, identificando grupos com atuação transnacional.

O Planalto informou que o Presidente Trump demonstrou "total disposição" em colaborar com o Brasil e assegurou apoio a iniciativas conjuntas para enfrentar as organizações criminosas.

Ambos os presidentes concordaram na importância de agendar novas conversas sobre os temas discutidos — tarifas e cooperação em segurança — em um futuro próximo.

Perfil Brasil
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