PUBLICIDADE

PayPal investigará transações que financiam grupos de ódio e extremistas

26 jul 2021 12h05
| atualizado às 16h41
ver comentários
Publicidade

A PayPal está fazendo parceria com a organização sem fins lucrativos Anti-Difamation League (ADL) para investigar como movimentos extremistas e de ódio nos Estados Unidos tiram proveito de plataformas financeiras para financiar suas atividades.

Ícone de aplicativo do PayPal em celular 
13/07/2021
REUTERS/Dado Ruvic
Ícone de aplicativo do PayPal em celular 13/07/2021 REUTERS/Dado Ruvic
Foto: Reuters

A iniciativa será conduzida por meio do centro de estudos sobre extremismo da ADL e se concentrará em descobrir e interromper os fluxos financeiros de apoio às organizações de supremacia branca e antigovernamentais.

As informações coletadas por meio das iniciativas serão compartilhadas com outras empresas do setor financeiro, policiais e parlamentares, disse a PayPal.

Ao longo dos anos, a empresa norte-americana afirma que desenvolveu sistemas sofisticados para ajudar a prevenir atividades e fluxos ilegais em sua plataforma.

"Esperamos ter impacto na luta contra o ódio e o extremismo, que infelizmente parece estar crescendo na sociedade em todo o mundo", disse Aaron Karczmer, diretor de risco e vice-presidente-executivo de risco e plataformas da PayPal.

"Como filho de um sobrevivente do Holocausto, eu conheço muito bem o impacto no mundo real que vem do ódio e de grupos extremistas."

Como parte da nova iniciativa, PayPal e ADL também trabalharão com outras organizações de direitos civis, incluindo a Liga dos Cidadãos da América Latina Unidos.

"Temos uma oportunidade única de entender melhor como o ódio se espalha e desenvolver percepções importantes que informarão os esforços da indústria financeira, da aplicação da lei e de nossas comunidades na mitigação de ameaças extremistas", disse Jonathan Greenblatt, presidente-executivo da ADL.

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
Publicidade
Publicidade