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Tecnologia musical ajuda escolas a cumprir leis de inclusão

Com a demanda crescente por soluções mais acessíveis, a Beatek aposta em sinais musicais para atender instituições de ensino

2 jul 2026 - 13h55
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Atendendo a novas legislações estaduais e municipais, as instituições começam a substituir as sirenes estridentes (frequentemente associadas a ambientes industriais) por alarmes musicais. A mudança busca proteger estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e com sobrecarga sensorial, como TDAH e Síndrome de Down, para os quais o som agudo e repentino das sirenes antigas pode desencadear sustos, desorganização sensorial e dificuldade de retomar a concentração.

Foto: Divulgação / Beatek / DINO

Em âmbito nacional, o Projeto de Lei nº 3602/2023, em tramitação na Câmara dos Deputados, e o Projeto de Lei nº 2449/2022, no Senado, buscam unificar a obrigatoriedade da troca dos sinais em todo o país. O movimento encontra amparo na Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e na Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA, que exigem adaptações razoáveis para garantir a permanência segura do estudante na escola.

De olho nessas mudanças, empresas do setor passaram a desenvolver soluções específicas para servir o mercado. A gaúcha Beatek, empresa especialista em sistemas de sinalização e automação, desenvolveu a linha Tok Escola, feita sob medida para atender a essa transição.

"O ambiente de aprendizado precisa ser confortável para todos. Quando o poder público avança no debate para proibir as sirenes, mostra que o país entendeu o impacto negativo desse som no aprendizado e na saúde mental dos alunos. Nosso papel foi repensar o sistema de som para que a inclusão aconteça na prática, e não só no papel", explica Camila Kaiser, Sócia-diretora da Beatek.

Um dos diferenciais do equipamento é sua autonomia, já que não necessita de conexão com a internet ou do uso de aplicativos para funcionar. A programação é centralizada em um painel que gerencia os horários da semana, com dezenas de opções melódicas já integradas e espaço livre para personalizar.

"Não adianta a escola investir em rampas, mediação pedagógica e salas de recursos se as sirenes continuam antigas. Uma escola inclusiva precisa ser pensada em todos os detalhes, inclusive no som", conclui Camila.

Sobre a Beatek

O Grupo Beatek, fundado em 1985, no Rio Grande do Sul, desenvolve e produz soluções diversas para os segmentos de sirenes, sinos e relógios.

Para mais informações, basta acessar: https://grupobeatek.com.br/

Website: https://grupobeatek.com.br/

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