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Quem é o alpinista que arriscou a vida para tentar salvar Juliana?

25 jun 2025 - 16h54
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A demora no resgate da brasileira Juliana Marins do Monte Rinjani gerou comoção mundial e, também, revolta. Como puderam deixar a jovem na beira de um penhasco por 4 dias, literalmente, até a morte? O que o governo da Indonésia fez para ajudar? Como a empresa que ela contratou tinha que ter agido? O que poderia ter evitado a tragedia e o que é preciso para que não aconteça novamente?

"Anjo": brasileiros agradecem a ajuda de alpinista na tentativa de resgate de Juliana Marins
"Anjo": brasileiros agradecem a ajuda de alpinista na tentativa de resgate de Juliana Marins
Foto: Reprodução / Perfil Brasil

Entre tantas perguntas não respondidas e a sensação de tristeza diante de uma morte tão absurda estão os heróis: alpinistas voluntários que arriscaram a vida para tentar ajudar Juliana. Um deles merece destaque: Agam.

Quem é o alpinista que arriscou a vida para salvar Juliana

Ele nasceu Makassar, a maior cidade da região do leste da Indonésia. É conhecido nas redes sociais por suas expedições na região. Por conta própria, vendo a dificuldade do resgate, ele reuniu voluntários para tentar chegar perto dela.

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Uma publicação compartilhada por Dwi Januanto Nugroho (@dwijanuantonugroho)

No Instagram, ele recebeu o carinho dos brasileiros por tamanho empenho em salvar uma vida. Um dos seguidores escreveu: "Um cigarro na boca, uma mochila nas costas, e uma coragem que muitos não tiveram. A juliana sobreviveu à queda, mas não sobreviveu à espera. Hagan, o Brasil te agradece".

Quando percebeu que ela já estava sem vida, lamentou a morte. "Meus sentimentos pela morte da montanhista brasileira. Não pude fazer muito, só consegui ajudar desta forma. Que suas boas ações sejam aceitas por Deus. Amém!", escreveu. "Ainda temos pessoas muito boas no mundo", escreveu  outro.

Por fim, após a morte ter sido confirmada, ele passou a madrugada no desfiladeiro aguardando amanhecer para que o corpo dela pudesse ser içado. Entre o içamento e a chegada do corpo no hospital, foram 15 horas de trabalho. "Passamos a noite à beira de um penhasco de 590 metros com Juliana, usando âncoras para não descer mais 300 metros", afirmou. "Estava muito, muito frio."

Perfil Brasil
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