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Putin diz que 'conflito na Ucrânia está chegando ao fim'

Líder russo vê desfecho próximo para o conflito, enquanto Donald Trump oficializa cessar-fogo e troca de prisioneiros entre as nações

9 mai 2026 - 16h39
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou publicamente neste sábado (9) que acredita que o conflito na Ucrânia está chegando ao fim. A declaração ocorre em um momento de extrema sensibilidade diplomática, lembrando que a invasão iniciada em 2022 gerou a crise mais severa entre Moscou e o Ocidente desde o período histórico da Crise dos Mísseis de Cuba. Naquela época, o temor de um confronto nuclear global paralisou nações, cenário que voltou a assombrar o imaginário coletivo nos últimos anos. "Acho que a questão está chegando ao fim", pontuou Putin de forma direta durante suas interações com a imprensa.

O presidente russo, Vladimir Putin
O presidente russo, Vladimir Putin
Foto: Reprodução / Perfil Brasil

Putin aponta ex-chanceler alemão como mediador preferido

Embora o tom pareça de encerramento, o líder russo mantém cautela sobre quem deve conduzir as conversas de paz. Ao ser questionado sobre a disposição de dialogar com representantes do continente europeu, o mandatário destacou que sua figura preferida para intermediar as negociações seria o ex-chanceler da Alemanha, Gerhard Schroeder. Essa movimentação ocorre paralelamente aos relatos do jornal Financial Times, que indicou que líderes da União Europeia já organizam preparativos para sentar à mesa de negociações. O governo russo, entretanto, reforça que a iniciativa de retomada de contato deve partir dos europeus, alegando que foram eles que romperam os laços diplomáticos com Moscou logo no início das operações militares em território ucraniano.

Donald Trump anuncia trégua e troca de prisioneiros militares

A pressão internacional pelo fim do derramamento de sangue ganhou um reforço significativo vindo de Washington. O presidente americano, Donald Trump, anunciou um cessar-fogo de três dias, abrangendo o período de sábado a segunda-feira, com o apoio formal de ambos os lados. Além da pausa nos ataques, Moscou e Kiev concordaram com a troca de 1.000 prisioneiros de guerra. Trump demonstrou preocupação com o impacto humano do conflito e afirmou categoricamente: "Eu gostaria que isso parasse. Rússia-Ucrânia é a pior coisa desde a Segunda Guerra Mundial em termos de qualidade de vida. Vinte e cinco mil jovens soldados todos os meses. É uma loucura". O americano também ressaltou que deseja ver uma prorrogação duradoura dessa trégua.

Possível encontro entre Putin e Zelensky em solo estrangeiro

A possibilidade de um diálogo direto entre os chefes de Estado também entrou no radar diplomático. Segundo informações compartilhadas por Putin, o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, indicou que Volodymyr Zelensky estaria pronto para uma reunião presencial. O líder russo ponderou sobre essa chance, mas impôs condições específicas para que o encontro ocorra. "Podemos nos encontrar em um terceiro país, mas somente quando um acordo de paz duradouro for feito", esclareceu o presidente da Rússia. Enquanto isso, o clima de tensão persiste, com o desfile do Dia da Vitória servindo de palco para críticas à Otan, onde Putin reiterou que sua causa é justa e que a vitória será permanente para seu povo.

Perfil Brasil
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