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Perigo! Homem sofre queimaduras gravíssimas na perna após celular explodir

Aparecido de Jesus Romão sofreu queimaduras de 3º grau na perna após seu celular explodir em seu bolso; caso aconteceu em Avaré, São Paulo

24 abr 2025 - 15h22
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Homem fica com queimaduras de 3º grau na perna após celular explodir
Homem fica com queimaduras de 3º grau na perna após celular explodir
Foto: Reprodução/G1 / Contigo

Em Avaré, no interior de São Paulo, Aparecido de Jesus Romão, de 42 anos, sofreu queimaduras de 3º grau em sua perna, após celular explodir no próprio bolso. O homem foi levado ao pronto-socorro e sua irmã revelou que o acidente aconteceu dia 12 de abril.

Queimadura de 3º grau

Em entrevista ao g1, a irmã de Aparecido, Cristina Aparecida Almeida Candini, de 55 anos, contou que no momento do acidente, seu irmão estava em casa e o celular explodiu em seu bolso. O responsável por levar o homem ao hospital foi seu outro irmão.

Durante atendimento no pronto-socorro, o homem ferido foi orientado a realizar um tratamento que deveria ser feito em casa, porém o machucado piorou e infeccionou depois de três dias. No momento a família busca locais especializados para tratar queimaduras e ferimentos.

Sua irmã compartilhou que a médica responsável pelo atendimento de Aparecido, fez a prescrição de sua tranferência ao atendimento especializado e foi levado ao pronto-socorro no dia 23 de abril.

Homem fica com queimaduras de 3º grau na perna após celular explodir - Reprodução/G1
Homem fica com queimaduras de 3º grau na perna após celular explodir - Reprodução/G1
Foto: Contigo

PICADA DE INSETO QUE CAUSOU 49 DIAS DE INTERNAÇÃO

O que parecia ser uma simples atividade escolar ao ar livre acabou se transformando em um drama para Maria Clara Oliveira Nogueira, uma menina de apenas 14 anos. A adolescente, moradora de Caieiras, na Região Metropolitana de São Paulo, perdeu parte da perna após ser picada por um mosquito durante uma aula em fevereiro de 2022.

O episódio, que voltou a circular nas redes sociais, causou comoção geral. Na época, a escola estadual Doutor Mário Toledo de Moraes organizou uma atividade na horta do colégio e na mata do Parque Estadual do Juquery. A proposta envolvia a limpeza e pintura de pneus para a criação de bancos na aula de artes. No entanto, o mato alto, que chegava à altura dos joelhos dos alunos, escondia riscos invisíveis aos olhos. Leia mais!

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