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Pai é condenado a mais de 44 anos por matar e torturar o filho de um ano em Alegrete

O laudo pericial apontou que a criança foi brutalmente agredida na cabeça e no rosto, tendo até mesmo os dentes arrancados de forma traumática

23 out 2024 - 09h20
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Em um julgamento que durou mais de 14 horas, Luis Fabiano Quinteiro Jaques, de 23 anos, foi condenado à pena de 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão pelos crimes de homicídio doloso qualificado e tortura contra o próprio filho, Márcio dos Anjos Jaques, de apenas um ano e 11 meses. A sentença foi proferida na madrugada desta quarta-feira (23) em Alegrete, na Fronteira Oeste do Estado.

Foto: MPRS/Reprodução / Porto Alegre 24 horas

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), Márcio sofreu agressões e torturas por meses, culminando em sua morte no dia 13 de agosto de 2020. O laudo pericial apontou que a criança foi brutalmente agredida na cabeça e no rosto, tendo até mesmo os dentes arrancados de forma traumática.

O julgamento, marcado inicialmente para maio de 2020, sofreu diversos adiamentos devido a imprevistos como as enchentes no Estado e pedidos de anulação da defesa. No entanto, a Justiça manteve a data do júri e, após um longo dia de debates e depoimentos, os jurados acolheram as acusações do Ministério Público.

As promotoras Rochelle Jelinek e Rodrigo Piton celebraram a decisão, destacando que a justiça foi feita para Márcio e para a comunidade de Alegrete. A promotora Rochelle Jelinek afirmou que "o menino Márcio teve um sofrimento ao longo da curta vida dele, menos de dois anos, mas hoje finalmente foi o último dia de injustiça".

O condenado, que já se encontrava preso desde o início do caso, não poderá recorrer em liberdade e cumprirá a pena em regime fechado.

Porto Alegre 24 horas
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