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Zelenskiy acusa Rússia de recrutar sistematicamente combatentes chineses

10 abr 2025 - 12h08
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O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, acusou a Rússia, nesta quinta-feira, de trabalhar sistematicamente na China para recrutar combatentes para sua guerra na Ucrânia, dias depois de anunciar que as forças ucranianas capturaram dois chineses que lutavam por Moscou.

A China advertiu a Ucrânia na quinta-feira contra fazer comentários "irresponsáveis" após Zelenskiy afirmar que a inteligência ucraniana havia revelado que pelo menos 155 cidadãos chineses estavam lutando pela Rússia.

"Está muito claro que esses não são casos isolados, mas sim esforços sistemáticos da Rússia, em particular no território e dentro da jurisdição da China, para recrutar cidadãos daquele país para a guerra", escreveu Zelenskiy no X, referindo-se aos homens capturados.

Ele postou imagens de um interrogatório com um deles, que a Reuters não pôde verificar de forma independente.

"Tudo o que for necessário deve ser feito para garantir que a Rússia não tenha oportunidades semelhantes para prolongar e expandir a guerra", acrescentou Zelenskiy.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, negou a alegação de Zelenskiy e descreveu Pequim como tendo "uma posição equilibrada".

A China, que declarou uma parceria "sem limites" com a Rússia, tenta se posicionar como um ator nas tentativas de negociar o fim da guerra.

Não se sabe se ela ajudou diretamente na invasão em grande escala da Rússia na Ucrânia em 2022, mas se absteve de criticar Moscou.

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