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UE anuncia fundo europeu para reconstrução da Ucrânia

Iniciativa tem apoio de Alemanha, França, Itália e Polônia

10 jul 2025 - 09h29
(atualizado às 09h37)
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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou nesta quinta-feira (10) a criação do Fundo Europeu para a Reconstrução da Ucrânia, iniciativa que busca estimular investimentos em setores como energia, transportes, indústria e matérias-primas essenciais.

O projeto foi apresentado durante uma conferência em Roma, capital da Itália, para discutir a reconstrução do país do leste europeu, evento que tem a presença do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e de dezenas de delegações governamentais.

"Estou particularmente feliz em anunciar o Fundo Europeu para a Reconstrução da Ucrânia, o maior fundo de participação acionária em nível mundial para apoiar a reconstrução", declarou Von der Leyen em seu discurso.

"Estamos literalmente investindo no futuro da Ucrânia, utilizando fundos públicos para atrair investimentos privados em larga escala e ajudar a reconstruir o país", acrescentou a presidente do poder Executivo da União Europeia.

A iniciativa é feita em conjunto com Alemanha, França, Itália e Polônia, além do Banco Europeu de Investimentos. "Tenho confiança que outros se unirão a nós. O povo ucraniano está pronto para liderar a economia de seu país rumo ao futuro. É hora de investir", salientou.

Além disso, Von der Leyen apresentou um novo pacote de acordos com instituições financeiras internacionais no valor de 2,38 bilhões de euros (R$ 15,6 bilhões) para apoiar os esforços de retomada da Ucrânia.

O montante inclui 1,8 bilhão de euros (R$ 11,8 bilhões) em garantias para empréstimos e 580 milhões (R$ 3,8 bilhões) em subsídios e tem como objetivo estimular cerca de 10 bilhões de euros (R$ 65,7 bilhões) em investimentos para "reconstruir casas, reabrir hospitais, relançar as empresas e garantir o fornecimento de energia".

Já o presidente do Conselho Europeu, António Costa, defendeu que a Rússia "assuma a responsabilidade de reconstruir" a Ucrânia e cobrou o início das negociações para a adesão de Kiev à UE. "A ampliação [do bloco] é o investimento geopolítico mais estratégico da UE em termos de paz, segurança e prosperidade", disse. 

Ansa - Brasil
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