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Quem era o ativista de direita e apoiador de Trump que morreu após ter sido baleado no pescoço nos EUA

Charles Kirk, de 31 anos, estava em um evento em uma universidade quando levou o tiro

10 set 2025 - 18h22
(atualizado às 23h49)
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Resumo
O ativista conservador Charlie Kirk, de 31 anos, fundador da organização Turning Point USA e apoiador de Trump, morreu após ser baleado no pescoço durante um evento na Universidade Utah Valley, nos EUA.
Quem é o ativista de direita e apoiador de Trump que morreu após ter sido baleado no pescoço nos EUA
Quem é o ativista de direita e apoiador de Trump que morreu após ter sido baleado no pescoço nos EUA
Foto: Reprodução/Gage Skidmore via Wikipédia

O ativista da extrema-direita norte-americano Charlie Kirk, de 31 anos, foi baleado no pescoço enquanto participava de um evento nesta quarta-feira, 10, na Universidade de Utah Valley (UVU), nos Estados Unidos. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. 

Kirk começou a carreira jovem e se tornou uma das vozes mais ativas do conservadorismo no país. Em 2012, quando tinha 18 anos, fundou a organização estudantil Turning Point USA (TPUSA), que visa disseminar ideais conservadores em faculdades, na qual atuava como CEO.

Nas redes sociais, seu principal canal de interação com o público, ele compartilhava vídeos debatendo com alunos sobre temas como identidade transgênero, mudanças climáticas, fé e valores familiares. Segundo ele, não havia distinção entre religião e política. Além disso, mantinha um podcast no qual expressava as mesmas opiniões polêmicas como 

Segundo informações da BBC, atualmente a TPUSA tem filiais em mais de 850 faculdades, além de ter registrado uma receita de US$ 92,4 milhões em 2023. Grande parte vinha de doações.

Em 2020, Kirk escreveu o livro “The Maga Doctrine”, que seguia a linha conservadora e foi um best-seller nos EUA. No ano passado, ele foi uma presença ativa nas eleições que garantiram a vitória de Trump. Segundo o presidente, o ativista ajudou a aumentar seus votos com o público mais jovem. 

Durante uma aparição na Geórgia, no mesmo período, ele afirmou que os democratas "defendem tudo o que Deus odeia" e que a escolha entre Trump e Kamala Harris era "uma batalha espiritual".

Em janeiro, ele compareceu à posse do político em Washington, D.C. Em posts em seus perfis online, aliados políticos lamentaram a morte do ativista. Trump afirmou que ele "era amado e admirado por todos". Ele era casado e tinha dois filhos. 

Fonte: Redação Terra
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