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Papa aponta direito a defesa de Israel, mas critica cerco total

Francisco disse que 'também há vítimas inocentes' em Gaza

11 out 2023 - 07h55
(atualizado às 08h04)
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O papa Francisco afirmou nesta quarta-feira (11), em sua audiência geral no Vaticano, que Israel tem direito a se defender de agressões, mas mostrou preocupação contra o "cerco total" contra palestinos na Faixa de Gaza.

Em um apelo no fim da cerimônia, o líder da Igreja Católica também disse que o Oriente Médio precisa "de uma paz construída sobre a justiça, o diálogo e a coragem da fraternidade".

"É direito de quem é atacado se defender, mas estou muito preocupado com o cerco total em que vivem os palestinos em Gaza, onde também há muitas vítimas inocentes. O terrorismo e os extremismos não ajudam a alcançar uma solução para o conflito, mas alimentam o ódio, a violência e a vingança", declarou.

O Papa ressaltou que acompanha "com dor e apreensão" os acontecimentos no Oriente Médio e cobrou a libertação "imediata" de reféns israelenses pelo Hamas, embora sem citar o nome do grupo fundamentalista.

"Oro por aquelas famílias que viram um dia de festa se transformar em um dia de luto e peço que os reféns sejam soltos imediatamente", disse Francisco, em referência ao festival de música eletrônica atacado pelo Hamas no sábado (7) e em que morreram pelo menos 260 pessoas, incluindo dois brasileiros.

Até o momento, Israel reporta 1,2 mil mortos e 2,7 mil feridos no conflito, enquanto as autoridades de Gaza contabilizam cerca de 1,1 mil vítimas e 5,2 mil feridos.

Ansa - Brasil
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