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ONU pede investigação sobre assassinatos de jornalistas em Gaza

Israel confirmou que atacou tenda da imprensa 'de propósito'

12 ago 2025 - 13h16
(atualizado às 13h53)
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O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu nesta terça-feira (12) uma "investigação independente e imparcial" a respeito do assassinato na Faixa de Gaza de seis jornalistas, sendo cinco do canal de televisão Al Jazeera, pelo exército israelense.

Jornalista Anas al-Sharif, do canal Al Jazeera, era alvo de Israel
Jornalista Anas al-Sharif, do canal Al Jazeera, era alvo de Israel
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"Esses últimos homicídios destacam os riscos extremos que profissionais da imprensa continuam a enfrentar ao cobrir a guerra em curso" no enclave, disse o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, em comunicado em nome de Guterres.

Ontem, a ONU já havia condenado o ataque de Israel ao destacar que o bombardeio mirado contra uma tenda utilizada pela imprensa perto de um hospital na Cidade de Gaza é uma "grave violação do direito internacional humanitário".

"Israel deve respeitar e proteger todos os civis, incluindo jornalistas. Pelo menos 242 jornalistas palestinos foram mortos em Gaza desde 7 de outubro de 2023", afirmou o Escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas na ocasião, cobrando um "acesso imediato, seguro e irrestrito para todos os jornalistas" no território palestino, onde a imprensa internacional não está autorizada a entrar.

Ainda na segunda, o exército israelense confirmou ter atacado a tenda de propósito para matar o repórter da Al Jazeera Anas al-Sharif, tido pelo país judeu como "terrorista" e colaborador do Hamas. As outras vítimas são o jornalista Muhammad Qreiqeh, o fotógrafo freelancer Mohammed al-Khaldi e os cinegrafistas Ibrahim Zaher, Mohammed Noufal e Moamen Aliwa. 

Ansa - Brasil
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