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OMS afirma que cigarros eletrônicos e produtos "sem fumo" não ajudam a reduzir o câncer

26 jul 2019 - 19h40
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Cigarros eletrônicos e produtos de tabaco aquecido não estão ajudando a luta contra o câncer, disse a Organização Mundial de Saúde (OMS), nesta sexta-feira, pedindo que fumantes e governos não acreditem no que as empresas de tabaco dizem sobre seus últimos produtos. 

Cigarro em cinzeiro em um café de Hanoi, no Vietnã
31/05/2019 REUTERS/kham
Cigarro em cinzeiro em um café de Hanoi, no Vietnã 31/05/2019 REUTERS/kham
Foto: Reuters

O sétimo "relatório OMS sobre a epidemia global de tabaco" disse que bloquear a interferência da indústria era crítico para cortar os danos do uso de tabaco. 

"A indústria do tabaco tem uma longa história de oposição sistêmica, agressiva, contínua e bem financiada contra medidas de controle de tabaco", disse o relatório. 

"Embora algumas estratégias sejam públicas e outras escondidas… todas têm o objetivo de enfraquecer o controle do tabaco." 

O relatório afirma que a gigante Philip Morris International estava tentando se posicionar como uma parceira responsável da saúde pública por meio da campanha "Unsmoke", na qual encoraja pessoas a "adotar uma alternativa melhor". 

A OMS disse que a campanha buscava assegurar que o tabaco continuasse socialmente aceitável, confundindo os consumidores com termos como "produto livre de fumo", possivelmente referindo-se a produtos com emissões tóxicas e efeitos desconhecidos de curto e longo prazo. 

O porta-voz da Philip Morris, Ryan Sparrow, afirmou que a mensagem da OMS tornou mais difícil oferecer opções para pessoas que não conseguem parar de fumar. 

"Não há dúvidas de que a melhor escolha para os fumantes é abandonar o cigarro e a nicotina de uma só vez. A realidade é que muitas pessoas não fazem isso. Não podemos virar as costas a eles", disse. "Organizações como a Organização Mundial da Saúde precisam parar de falar contra os fumantes e começar a ouvir."

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