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Novo plano de Biden pode exigir vacinas contra Covid-19 ou testes para 2/3 dos trabalhadores

9 set 2021 19h33
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse na quinta-feira que vai exigir que todos os funcionários da esfera federal do país sejam vacinados contra a Covid-19 e o Departamento de Trabalho irá emitir uma regra que vai exigir que empresas com mais de 100 funcionários vacinem seus funcionários ou os testem semanalmente. 

09/09/2021
REUTERS/Kevin Lamarque
09/09/2021 REUTERS/Kevin Lamarque
Foto: Reuters

As novas medidas, que Biden revelou em declarações na Casa Branca, cobrem cerca de dois terços de todos os trabalhadores do país, como parte de uma tentativa mais ampla e mais agressiva de conseguir que todos os norte-americanos sejam vacinados enquanto disparam os casos da Covid-19 por conta da variante Delta.

"Estamos em um momento difícil e ele pode durar um tempo", disse Biden. "Podemos e vamos virar o jogo contra a Covid-19".

De acordo com o plano de Biden, o governo também vai exigir a vacinação de mais de 17 milhões de profissionais de Saúde em hospitais e outras instituições que participam de programas de auxílio a cuidados médicos para os norte-americanos mais pobres, mais velhos ou com deficiência, afirmaram autoridades do governo. 

As novas exigências de vacinação cobrem cerca de 100 milhões de trabalhadores, ou aproximadamente dois terços dos trabalhadores dos Estados Unidos, disseram as autoridades. 

O plano deve enfrentar disputas jurídicas, e foi imediatamente atacado pela oposição republicana a Biden. Pode levar meses até que os primeiros impactos da medida sejam sentidos. 

Antes disso, Biden, um democrata, exigiu que funcionários federais sejam vacinados ou testados. Agora, funcionários do governo federal têm 75 dias para tomar a vacina, ou enfrentam a possibilidade de demissão, caso não se enquadrem nas poucas categorias de exceção.

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