Comunidade muçulmana quase alcançará a cristã em números dentro de poucos anos
Foto: Sean Gallup / Getty Images
Em 2050 o mundo terá quase tantos muçulmanos quanto cristãos no mundo e o número de pessoas sem religião diminuirá, indica um estudo americano.
Em "O futuro das religiões no mundo: projeções 2010-2050", o Pew Research Center afirma que, se as tendências atuais continuarem, até 2050 "o número de muçulmanos igualará quase o de cristãos", mas este último continuará sendo o maior grupo religioso do mundo.
O documento, no qual são estudadas projeções que se baseiam principalmente na taxa de fertilidade, na idade da população, nas migrações e nas tendências de conversão, indica que o número de muçulmanos no mundo alcançará 2,76 bilhões (1,6 bilhão em 2010) em 2050, enquanto no mesmo ano haverá 2,92 bilhões de cristãos (2,17 bilhões em 2010).
Cristãos ainda serão maioria dos fieis em 2050
Foto: Franco Origlia / Getty Images
Assim, os cristãos continuarão sendo mais numerosos, com uma proporção estável de 31,4%, e os muçulmanos constituirão 29,7% da população mundial, contra 23,2% em 2010.
Nas próximas quatro décadas, o Islã "crescerá mais rápido que qualquer outra religião", afirma o documento, com um aumento - graças a uma população jovem e a uma taxa de fertilidade alta - de 75% com base em uma progressão de 35% da população mundial.
No entanto, o Pew afirma que estas projeções se baseiam em números em mudança constante. Vários eventos, como guerras, movimentos sociais e políticos, catástrofes naturais ou alterações nas condições econômicas "podem modificar as tendências demográficas de forma imprevisível", afirma o instituto.
"Mulheres padres" buscam igualdade dentro da Igreja Católica:
Papa Francisco recebe grupo de sem-teto na Capela Sistina:
Muçulmano iemenita lê o Alcorão, durante o mês de jejum do ramadã, em 30 de junho
Foto: MOHAMMED HUWAIS / AFP
Muçulmanos lêem o Alcorão, o livro sagrado do islã, durante o mês de jejum do Ramadã
Foto: MOHAMMED HUWAIS / AFP
Homem iemenita aplica kohl (kajal) no olhos de outro, uma tradição realizada durante o mês de jejum do Ramadã
Foto: MOHAMMED HUWAIS / AFP
Segundo a tradição, passar kohl nos olhos ajuda a manter os homens longe de doenças nos olhos
Foto: MOHAMMED HUWAIS / AFP
Estudantes indonésios de um internato islâmico lêem o Alcorão, em Medan, na ilha de Sumatra
Foto: MOHAMMED HUWAIS / AFP
Crianças kashmiri muçulmanas recitam versos do Alcorão em uma escola religiosa
Foto: Manish Swarup / AP
Jovem palestino dança com fogos de artifício na cidade de Ramallah, na Cisjordânia
Foto: Manish Swarup / AP
Javem palestino brinca com um diamante caseiro depois de quebrar o jejum no segundo dia do mês de ramadã, em Ramallah, Cisjordânia
Foto: Manish Swarup / AP
Menino palestino brinca com fogos de artifício para celebrar o início do mês do ramadã
Foto: Manish Swarup / AP
Pessoas se banham sob uma fonte de água, para se refrescar do calor do verão, durante o mês de jejum muçulmano do ramadã, no Paquistão
Foto: Manish Swarup / AP
Homem estende palmas das mãos enquanto reza dentro de uma mesquita. Outros descansam
Foto: Faisal Mahmood / Reuters
Muçulmanos se sentam antes de ter sua iftar - quebra de jejum rápida - no primeiro dia do ramadã, na Índia
Foto: Faisal Mahmood / Reuters
Voluntário organiza bandejas de comida para os outros antes de quebrar jejum durante o mês sagrado do ramadã
Foto: Faisal Mahmood / Reuters
Meninas recitam o Alcorão durante o mês de jejum muçulmano de ramadã, no Iêmen
Foto: Faisal Mahmood / Reuters
Alunos de escola islâmica realizam orações em uma mesquita no primeiro dia do mês de ramadã
Foto: Faisal Mahmood / Reuters
Compartilhar
Publicidade
Um sacerdote ortodoxo ucraniano borrifa água benta sobre os fiéis antes de um culto de Páscoa na cidade ucraniana oriental de Slaviansk
Foto: Reuters
Crentes ortodoxos ucranianos em igreja antes de um culto de Páscoa na cidade ucraniana oriental de Slaviansk
Foto: Reuters
Raramente a Festa de Páscoa ortodoxa coincide com as demais confissões cristãs, como ocorre em 2014; na foto, mulher retrata uma instalação feita de ovos de Páscoa em Kiev, neste sábado. O governo ucraniano disse que não vai atacar os separatistas pró-russos no fim de semana de Páscoa
Foto: Reuters
Algumas dessas missas com cânticos apenas à capela dos monges, sem participação de órgãos chegam a durar quatro horas
Foto: AFP
Sacerdote ortodoxo abençoa bolos e ovos coloridos durante uma cerimônia de Páscoa ortodoxa na vila de Semurovtsy, a 260 km ao sul de Minsk, Bielorrúsia, na véspera da Páscoa ortodoxa
Foto: AFP
Adoradores cristãos ortodoxos mantêm suas mãos para cima ao mesmo tempo em que um raio de luz vem atravessa uma clarabóia na Igreja do Santo Sepulcro, na cidade velha de Jerusalém
Foto: AFP
Adoradores cristãos ortodoxos mantêm suas mãos para cima ao mesmo tempo em que um raio de luz vem atravessa uma clarabóia na Igreja do Santo Sepulcro, na cidade velha de Jerusalém
Foto: AFP
Algumas das missas de celebração de Páscoa nas Igrejas Cristãs Ortodoxas nas quais não há órgão, apenas o canto dos monges chegam a durar quatro horas
Foto: AFP
Cristã Ortodoxa segura uma vela, enquanto milhares se reúnem na Igreja do Santo Sepulcro, na cidade velha de Jerusalém neste sábado, durante a cerimônia de "Fogo Sagrado", na véspera da Páscoa ortodoxa. Os crentes afirmam que o fogo é milagrosamente enviado do céu para acender velas, realizada pelo patriarca ortodoxo grego em um rito anual que remonta ao século 4, simbolizando a ressurreição de Jesus Cristo
Foto: AFP
Cerimônia do "Fogo Sagrado" em Jerusalém é realizada neste sábado. Ortodoxos acreditam que fogo é enviado dos céus para acender velas e relembram a morte e ressurreição de Jesus
Foto: AFP
Raramente a Festa de Páscoa ortodoxa coincide com as demais confissões cristãs, como ocorre em 2014
Foto: Reuters
Patriarca greco-ortodoxo de Jerusalém, Teófilo III, guia a procissão, enquanto milhares se reúnem na Igreja do Santo Sepulcro, na cidade velha de Jerusalém durante a cerimônia de "Fogo Sagrado" neste sábado
Foto: AFP
Compartilhar
Publicidade
Todos os direitos de reprodução e representação reservados.