Exposição da Médicos Sem Fronteiras reproduz em São Paulo parte da realidade dos campos de refugiados do mundo; uma das situações mais críticas é a da guerra síria, que já desalojou quase 2 milhões de pessoas
Foto: Vagner Magalhães / Terra
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O ministro de Assuntos Estratégicos de Israel, Yuval Steinitz, manifestou nesta quinta-feira um apoio cauteloso em relação ao plano proposto pela Rússia para evitar um conflito militar na Síria e colocar o armamento químico do país sob controle internacional, de acordo com informações da agência Reuters.
“Não posso dizer que nós temos total confiança, mas se essa proposta da Rússia realmente irá remover o armamento químico da Síria, em primeiro lugar, e depois desmantelá-lo... então esse é uma maneira de acabar essa tragédia e uma maneira de terminar com essa ameaça também”, disse o ministro.
Falando para a rádio do Exército, Steinitz afirmou que o plano requer que a Rússia “garanta que a Síria” elimine todo o seu arsenal químico. O secretário de Estado americano e o ministro de Relações Exteriores russo, John Kerry e Sergei Lavrov, respectivamente, devem se encontrar nesta quinta em Genebra para tentar definir uma estratégia para acabar com o armamento sírio.
Prudente, Israel tem procurado se manter afastado da luta pelo poder que levou a Síria a uma guerra civil há mais de dois anos, evitando comentários públicos sobre o conflito. Ainda sim, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse nessa quarta que o regime do presidente Bashar al-Assad deve ter o arsenal químico retirado de seu poder, mas evitou a endossar a proposta russa, que foi aceita por Damasco.
David Friedman, ex-oficial do Ministério da Defesa de Israel especializado em proliferação de armas, disse à Reuters que o processo de neutralização do arsenal sírio levaria entre um e dois anos, mas que isso poderia ser acelerado caso o material fosse enviado para a Rússia, melhor equipada com agentes químicos e incineradores para esse trabalho.
Há dois anos, a guerra civil na Síria muda a vida de milhões de pessoas no país. Para 2 milhões de pessoas, a saída foi deixar o país e tentar a sorte como refugiados para além de suas fronteiras. Para Issa, 10 anos, signficou o fim da infância. Antes mesmo de entrar na adolescência, o menino trabalha 10 horas por dia, seis dais por semana, ajudando o seu pai em uma fábrica de armas do Exército Livre Sírio - principal organização rebelde armada do país -, em Aleppo. Seu único dia de folga é sexta-feira, dia em que os muçulmanos reservam para orações. No dia 7 de setembro, a rotina do menino foi registrada em um ensaio fotográfico feito por Hamid Khatib, da agência Reuters
Foto: Reuters
Issa opera máquina em fábrica de armas de rebeldes sírios, em Aleppo
Foto: Reuters
Issa carrega morteiro durante dia de trabalho
Foto: Reuters
Issa posa para fotos com o rosto sujo de graxa após dia de trabalho
Foto: Reuters
Issa trabalho no conserto de lançador de morteiros para os rebeldes
Foto: Reuters
O menino reúne morteiros feitos na fábrica
Foto: Reuters
Issa trabalha no conserto do lançador de morteiros
Foto: Reuters
O menino trabalha 10 por dias dia, seis dias por semana
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Issa faz o trabalho pesado para ajudar o seu pai na fábrica
Foto: Reuters
Issa mede morteiro durante a produção dos armamentos
Foto: Reuters
Issa volta para casa ao lado de seu pai após dia de trabalho
Foto: Reuters
Issa alimenta seus pássaros de estimação em sua casa, em Aleppo