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Meloni diz concordar com tarifa de 10% dos EUA contra UE

Premiê afirmou que taxa 'não teria impacto significativo'

25 jun 2025 - 12h55
(atualizado às 13h07)
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A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, afirmou nesta quarta-feira (25) que "concorda plenamente" com o tarifaço de 10% dos Estados Unidos contra a União Europeia.

Chefe de governo italiana afirmou que a porcentagem "não teria impacto significativo"
Chefe de governo italiana afirmou que a porcentagem "não teria impacto significativo"
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Em uma coletiva de imprensa realizada no final da cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), em Haia, a chefe de governo italiana afirmou que a porcentagem "não teria impacto significativo" para as empresas.

"A discussão está em andamento, mas estou bastante otimista. As conversas são cada vez mais frequentes e me orgulho disso porque, em comparação com o início, a UE e os EUA agora têm um diálogo muito normal. É um resultado no qual a Itália desempenhou um papel decisivo", disse Meloni.

Já o vice-premiê e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, seguiu os mesmos passos da primeira-ministra e disse acreditar que um acordo de 10% "é possível". O pacto entre europeus e americanos, segundo o político, poderá ser fechado até 9 de julho.

O ministro da Economia da Itália, Giancarlo Giorgetti, avaliou que a sua esperança é "chegar rapidamente a um compromisso razoável".

"É uma negociação complexa, que envolve muitas coisas, vocês estão interessados em taxas e tarifas, mas a negociação que estou vendo com os americanos também envolve tributação internacional, que é outra parte dessa negociação, e toda a questão cambial, que também representa uma taxa implícita com a qual muitos concordaram, que foi aplicada sem passar por anúncios", comentou.

O mandatário republicano comunicou nos últimos meses tarifas recíprocas sobre parceiros comerciais e deseja reduzir o déficit comercial dos EUA com a UE. No entanto, de acordo com múltiplos veículos de comunicação, o bloco europeu buscava diminuir a taxa para menos de 10%. 

Ansa - Brasil
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